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Contraf-CUT retoma negociação permanente com a Caixa no dia 28

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A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam na sexta-feira da próxima semana, dia 28, às 14h30, as negociações permanentes com a Caixa Econômica Federal, em Brasília.

Os assuntos da pauta são a reestruturação da Gipso, a questão do supervisor de canais (ajuda de custo/ressarcimento de despesas), a cláusula 47ª do acordo aditivo da Caixa que trata da promoção por mérito (cronograma para definição dos critérios da sistemática 2015), o Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) para os gerentes de projetos especiais e os esclarecimentos sobre os problemas no sistema nos dias 6 e 7 de novembro e sobre o contingenciamento para migração de dados nos dias 15 e 16 de novembro.

Reunião da CEE-Caixa - No mesmo dia, às 9h30, a Contraf-CUT promove reunião da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), na sede da Fenae, para preparar os debates com os os representantes do banco.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

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Caixa lucra R$ 5,3 bi até setembro, gera 1.882 empregos e amplia crédito

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Enquanto a Caixa Econômica Federal lucrou R$ 5,287 bilhões nos primeiros nove meses de 2014, o que significou um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano passado, o banco abriu 1.882 novos postos de trabalho, atingindo o total de 100.080 empregados.

De julho a setembro, o lucro alcançou R$ 1,9 bilhão, alta de 1% sobre o trimestre anterior. O balanço foi publicado na tarde desta quinta-feira (13) e os dados foram analisados pela Subseção do Dieese na Contraf-CUT.

Clique aqui para ver a análise do Dieese

Nos últimos 12 meses, a Caixa criou 3.328 empregos e inaugurou 187 agências e 100 postos de atendimento (PA). "É muito importante destacar a criação de empregos na Caixa, ao mesmo tempo em que os bancos privados andaram na contramão da economia brasileira e fecharam postos de trabalho", compara Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

"A abertura de novas vagas precisa continuar cada vez mais para melhorar as condições de trabalho e o atendimento aos clientes e usuários, diante do crescimento do crédito e do importante papel social da Caixa", destaca. Cordeiro salienta que "o acordo aditivo da Caixa, conquistado na Campanha Nacional 2014, garante 2 mil novas contratações de empregados, sendo 1 mil até dezembro deste ano e 1 mil até dezembro de 2015".

A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Matheus, ressalta que os resultados são fruto da dedicação diária dos mais de 100 mil trabalhadores. "Vou reafirmar o que disse em agosto, quando saiu o lucro do primeiro semestre. Somos nós, empregadas e empregados, que construímos tudo isso, dia a dia. Merecemos o reconhecimento da direção da empresa, sobretudo com o atendimento das nossas demandas", declara.

Fabiana Matheus, que também é diretora de Administração e Finanças da Fenae, lembra que houve conquistas importantes nas negociações com o banco, mas que mais avanços ainda são necessários, principalmente no que diz respeito às condições de trabalho. "A ampliação do quadro de pessoal não acompanha o aumento do número de agências, das demandas e do volume de operações. O Brasil precisa de uma Caixa cada vez mais forte e eficaz, o que só será possível com a valorização dos empregados", reclama.

Para o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, "os dados apresentados reforçam a importância da Caixa como banco público e com forte papel social, algo que foi muito discutido nas eleições presidenciais deste ano. Ela é e deve continuar sendo um pilar importante para o desenvolvimento econômico do país combinado à inclusão dos brasileiros".

Ampliação do crédito - O resultado correspondeu a uma rentabilidade sobre o Patrimônio Líquido (PL) anualizado (ROE) de 17,8% (queda de 8,7 pontos percentuais em relação a setembro de 2013). Essa queda na rentabilidade foi resultante do significativo crescimento do PL (com alta de 146,3%). Esse crescimento se deve à inclusão de dois instrumentos híbridos de capital e dívida (que compõem também o Patrimônio de Referência para Basileia), nos valores de R$ 8 bilhões e R$ 27,9 bilhões.

A Carteira de Crédito Ampliada cresceu 24,4% em 12 meses, atingindo um montante de R$ 576,4 bilhões (4,4% no trimestre). A carteira comercial pessoa física cresceu 21,1% em relação a setembro de 2013, chegando a R$ 91,7 bilhões.

Já as operações com pessoa jurídica alcançaram R$ 95,3 bilhões, com elevação de 11% em comparação ao 3º trimestre de 2013. O crédito voltado para a habitação (com 55,6% do total da carteira) cresceu 26,1%, totalizando R$ 320,6 bilhões. O índice de inadimplência superior a 90 dias apresentou alta de 0,33 ponto percentual em relação a setembro de 2013, ficando em 2,73%. As despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD) cresceram 45,4%, chegando a R$ 9,7 bilhões.

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 12% em 12 meses, assim como, também, as despesas de pessoal. Com isso, a relação entre receita de prestação de serviços e tarifas e das despesas de pessoal manteve-se em 105% no terceiro trimestre de 2014.


Fonte: Contraf-CUT com Dieese e Fenae

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Lucro da Caixa cresce 5,6% e alcança R$ 5,3 bilhões até setembro

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O aumento das receitas com as operações de crédito e os investimentos em títulos e valores mobiliários fizeram a Caixa Econômica Federal lucrar R$ 5,3 bilhões de janeiro a setembro, 5,6% a mais que no mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados na tarde desta quinta-feira (13) pelo banco, que publicou o balanço do terceiro trimestre.

Somente de junho a setembro, o lucro líquido alcançou R$ 1,9 bilhão, alta de 1% sobre o trimestre anterior e de 1,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Nos últimos 12 meses, o retorno sobre o patrimônio líquido médio atingiu 17,8%.

De acordo com o banco, o crescimento do lucro líquido nos nove meses do ano decorreu principalmente do aumento de 44,4% nas receitas financeiras de crédito e da alta de 47,8% no resultado da carteira de títulos e valores mobiliários, na comparação com o mesmo período de 2013. As receitas com as tarifas bancárias subiram 12%, mas a Caixa esclarece que a alta se deve à ampliação do número de clientes e dos canais de relacionamento, não ao aumento de tarifas.

No período, as receitas totais alcançaram R$ 98,2 bilhões. Pela primeira vez, os ativos próprios da instituição financeira superaram a marca de R$ 1 trilhão, montante 5,8% acima do registrado no segundo trimestre e 18,6% maior que o do terceiro trimestre de 2013.

De janeiro a setembro, a Caixa injetou R$ 501,1 bilhões na economia brasileira. O valor engloba tanto as concessões de crédito como o pagamento de benefícios sociais, investimentos em infraestrutura própria, remuneração de pessoal e destinação social das loterias.

Somente as contratações de crédito acumuladas até setembro somaram R$ 364,2 bilhões, alta de 6,6% em relação a igual período do ano passado. Com 6 mil contratos assinados todos os dias, as operações habitacionais corresponderam a 25,9% do total (R$ 94,2 bilhões). Somente no Programa Minha Casa, Minha Vida, foram contratados R$ 25,8 bilhões no período, no total de 321,6 mil unidades habitacionais.

As contratações para operações de infraestrutura e saneamento alcançaram R$ 20,7 bilhões, crescimento de 17,2% na mesma comparação. Do total, R$ 3 bilhões destinaram-se ao saneamento básico, R$ 8,3 bilhões a financiamentos de energia e logística, R$ 4,1 bilhões à operações de mobilidade urbana e R$ 5,3 bilhões à infraestrutura urbana.

As operações de crédito comercial somaram R$ 189,9 bilhões até setembro, aumento de 8,1% em relação ao registrado no mesmo período de 2013. Desse total, as contratações para pessoas físicas atingiram R$ 106 bilhões, e as novas operações para pessoas jurídicas totalizaram R$ 83,9 bilhões. As operações de crédito rural, que começaram em 2012, somaram R$ 3,4 bilhões de janeiro a setembro de 2014, cerca de R$ 2,6 bilhões a mais que o registrado no mesmo período de 2013.

A carteira de crédito ampliada alcançou saldo de R$ 576,4 bilhões, crescimento de 24,4% em 12 meses e de 4,4% no trimestre. De acordo com o balanço, a Caixa foi responsável por 37,7% do crescimento do mercado de crédito nos últimos 12 meses, com participação de 19,6% ao fim de setembro.

Análise do Dieese - A Subseção do Dieese na Contraf-CUT já está fazendo um estudo do balanço do terceiro trimestre da Caixa. Os principais dados, como a evolução do emprego no período, serão divulgados logo após a conclusão da análise.


Fonte: Agência Brasil

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TST condena Caixa a pagar R$ 500 mil a gerente por danos morais

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A demora de uma investigação contra um gerente acusado de cometer atos ilícitos rendeu à Caixa Econômica Federal uma condenação de R$ 500 mil por danos morais. O processo interno, que concluiu pela inocência do gerente, demorou seis anos e meio para ser finalizado. Para a Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a morosidade na apuração causou ofensa à honra do bancário, que foi obrigado a conviver por anos com a imagem manchada pela suspeita de envolvimento nas denúncias.

Na ação, o gerente disse que foi afastado do cargo com o argumento de que houve uma denúncia contra ele por supostos atos improbidade administrativa e pagamentos de valores irregulares. Sem receber muitas informações, foi orientado a sair de férias "imediatamente" e procurar outra unidade de trabalho. Disse ainda que foi expulso do trabalho, obrigado a encerrar o expediente mais cedo e recolher os pertences pessoais sob os olhares dos colegas.

O caso aconteceu em julho de 2003, e, em dezembro de 2009, a CEF finalizou as investigações concluindo que o gerente não tinha cometido nenhuma irregularidade.

Falta de discrição - A Caixa foi condenada em primeiro grau em R$ 500 mil. O juízo entendeu que, na época das denúncias, o superior hierárquico do gerente não cuidou do tema com resguardo. Com base no depoimento de testemunhas, ficou comprovado que o assunto foi difundido a todos os empregados da unidade, com acusações levianas e sem provas.

Em recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 10º Região (DF), a CEF alegou que não houve nexo de causalidade entre o ato isolado e o dano alegado. E, ao questionar o valor da condenação, conseguiu reduzi-lo para R$ 100 mil. No recurso ao TST, o bancário conseguiu reestabelecer o valor arbitrado em sentença.

Sessão de julgamento - Para o relator do processo, ministro Emmanoel Pereira, a conduta morosa da instituição financeira revelou descaso com o trabalhador, que sofreu durante anos as consequências das acusações infundadas. Durante a sessão de julgamento, realizada na última quarta-feira (5), o ministro foi questionado pela defesa da empresa sobre o valor da condenação, considerado elevado se comparado a indenizações arbitradas em decorrência da morte de trabalhadores. Em resposta, defendeu que a honra é um bem inatingível, que não morre nem com a morte. "Você morre, mas sua honra fica. Se sua honra foi maculada, ela restará maculada mesmo após sua morte," descreveu.

Para o ministro, nada justifica a demora no andamento do processo, que rendeu ao trabalhador o estigma de desonesto e ladrão dentro do local de trabalho. "Não foram dias, nem meses. Foram seis anos para a empresa concluir que nada havia de desonesto na conduta do empregado, mas, mesmo assim, o retirou de uma função gratificada e o deixou dentro da empresa".

A decisão foi unânime.


Fonte: TST

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Após cobrança da Contraf-CUT, Caixa garante horas extras devido à pane

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Após a cobrança feita pela Contraf-CUT, por meio da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), a Caixa Econômica Federal garantiu que vai pagar 100% das horas extras feitas em razão da pane que deixou o sistema fora do ar nesta quinta-feira (6), independentemente do tamanho da agência. Devido ao problema, unidades fecharam mais tarde e nesta sexta-feira (7) abriram uma hora mais cedo.

"Vamos acompanhar para ter a certeza de que as horas extras serão integralmente pagas", diz a coordenadora da CEE-Caixa, Fabiana Matheus. Ela acrescenta: "A situação preocupou as entidades e continua gerando transtornos para os trabalhadores e a população, já que, segundo relatos de vários colegas, o sistema está operando com instabilidade. Aguardamos uma explicação formal da empresa".

A pane começou no final da manhã de quinta. O sistema voltou, com instabilidade, por volta das 17h. Caixas de autoatendimento, serviços de guichês nas agências e lotéricas em diversas partes do Brasil foram prejudicados.

O problema ocorre na semana de pagamento de grande parte dos salários e de benefícios sociais e previdenciários, o que agrava a situação. "Vamos continuar monitorando o funcionamento das unidades", avisa Fabiana Matheus.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

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