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Com lucro de R$ 3,4 bi, Caixa pode atender demandas dos empregados

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O lucro líquido da Caixa Econômica Federal foi de R$ 3,4 bilhões no primeiro semestre de 2014, um crescimento de 7,9% em relação ao mesmo período do ano passado e de 24,4% na comparação com o primeiro trimestre.

O resultado foi divulgado pelo banco na quinta-feira (14), exatamente a uma semana da primeira negociação específica da Campanha Nacional dos Bancários 2014 com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf/CUT e assessorado pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).

"Somos nós, empregadas e empregados da Caixa, que construímos essa alta do lucro, dia a dia. Por isso, merecemos o reconhecimento da direção da empresa, com o atendimento das nossas demandas. As negociações começam na próxima semana. É hora de mobilização", afirma Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa).

O número de empregados chegou a 99.775, incremento de 4.143 em relação ao primeiro semestre de 2013, o que corresponde a uma alta de 4,3%. Enquanto isso, no mesmo período, o número de agências cresceu 8,4%, segundo análise do balanço feita pela Subseção do Dieese na Contraf-CUT.

Clique aqui para ver a análise do Dieese

Também na comparação entre janeiro/junho de 2014 e janeiro/junto do ano passado, aumentaram a carteira de crédito ampliada (28%) e as receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias (12%).

A Caixa lucra mais, mas o ritmo de ampliação do quadro de pessoal não acompanha o da abertura de agências. Os números e o dia a dia nas unidades do banco reforçam a necessidade da contratação de mais empregados.

"Passou da hora da empresa fazer uma discussão séria e responsável sobre condições de trabalho", enfatiza Fabiana Matheus, que também é diretora de Administração e Finanças da Fenae.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

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Comando Nacional entrega pauta específica dos empregados à Caixa

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Entrega da minuta Caixa 2014Após a entrega da pauta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2014 à Fenaban na segunda-feira (11), em São Paulo, também foi entregue no mesmo local a minuta específica dos empregados à Caixa Econômica Federal com as demandas aprovadas no 30º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado entre os dias 6 e 8 de junho, na capital paulista.

As reivindicações entregues serão negociadas concomitantemente com a Caixa na Campanha 2014, conforme estratégia aprovada na 16ª Conferência Nacional dos Bancários a exemplo dos últimos anos.

A coordenadora da Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Matheus, ressalta que a melhoria nas condições de trabalho estão entre as principais reivindicações específicas.

"Queremos a contratação de mais trabalhadores e a mudança na distribuição dos empregados entre as agências e áreas meio, que dão suporte às unidades. A Caixa contrata para novas agências, mas desfalca as velhas e sobrecarrega quem trabalha nas áreas meio", explica Fabiana.

Outra reivindicação é o pagamento das horas extras trabalhadas. "Hora extra feita é hora extra paga. A Caixa tem que pagar 100%. O nosso pleito não é fazer hora extra. O banco deveria respeitar a carga horária, mas dadas as condições atuais que elas sejam pagas e todos os diretos respeitados", defende a coordenadora da CEE/Caixa.

Os empregados do banco público também levarão para a mesa de negociação a demanda por melhorias no plano de saúde e nos benefícios do Funcef e pelo resgate de conquistas retiradas durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.

"Empregados admitidos após 1998 não têm o Adicional por Tempo de Serviço (ATS) e a licença-prêmio. Outra discriminação é que os aposentados não tem mais o auxílio-alimentação, também retirado por FHC. Queremos que estas conquistas sejam restabelecidas", reforça.

"Construímos uma pauta que representa a categoria. Agora é hora de mobilizá-la em busca de novas conquistas", salienta Fabiana.

Principais reivindicações específicas dos empregados da Caixa

:: Combate ao assédio moral e sexual;

::  Fim do voto de Minerva na Funcef;

::  Incorporação imediata do REB ao Novo Plano;

::  Extensão do Saúde Caixa para aposentados por PADVs;

::  Mais empregados por setor;

::  Jornada de seis horas para todas as funções sem redução de salário;

::  Registro do ponto para todos os empregados;

:: Isonomia para empregados admitidos a partir de 1998;

::  Fim do programa Gestão de Desempenho de Pessoas;

:: Vale-Cultura para todos os empregados.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

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Reivindicações serão entregues à Caixa dia 11

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Contração de mais empregados para que a Caixa Federal totalize 130 mil trabalhadores, adoção da jornada de seis horas para todas as funções sem redução de salário e propostas para melhorar o fundo de pensão (Funcef) e o Saúde Caixa. São esses alguns dos pontos que constam da pauta específica a ser entregue pelos representantes dos bancários à direção do banco na segunda 11, em São Paulo.

O documento foi aprovado durante o 30º Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Federal) que reuniu 360 delegados entre os dias 6 e 8 de junho, em São Paulo.

Também no dia 11 integrantes do Comando Nacional dos Bancários reúnem-se com a federação dos bancos (Fenaban) para entrega da pauta geral da categoria para a discussão da renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) na Campanha 2014.


Como nos anos anteriores, as negociações entre os trabalhadores e a Caixa Federal, para renovação do acordo aditivo específico, ocorrerão simultaneamente à da categoria com a Fenaban, que trata da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).


Fonte: Seeb SP

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Contraf-CUT debate encontro nacional de isonomia na Caixa nesta terça

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A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa Econômica Federal (CEE-Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações com a empresa, realiza uma reunião nesta terça-feira (5), na sede da Fenae, em Brasília. O encontro ocorrerá das 9h30 às 17h.

Um dos pontos da pauta é a organização do Encontro Nacional de Isonomia. A realização deste fórum de debate foi uma das deliberações do 30º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado entre os dias 6 e 8 de junho, em São Paulo.

Na semana passada, a Contraf-CUT divulgou comunicado para as entidades sindicais, orientando as federações e os sindicatos dos bancários de todo o país a realizarem, até 23 de agosto, encontros estaduais ou regionais sobre a isonomia entre empregados novos e antigos da Caixa. O objetivo é debater o assunto nas bases e eleger os delegados que vão participar da plenária nacional, prevista para ocorrer em 30 de agosto.

Na Caixa, as discriminações começaram a partir de 1998, época em que bancos públicos federais estavam sendo preparados para a privatização pelo governo de Fernando Henrique Cardoso. De 2003 para cá, o movimento nacional dos empregados conseguiu, por meio de lutas e greves, avançar em alguns pontos como as Apips, o parcelamento do adiantamento de férias, o Saúde Caixa, o Novo Plano da Funcef e a unificação do Plano de Cargos e Salários (PCS). Falta conquistar o Adicional por Tempo de Serviço (ATS) e a licença-prêmio.

Mobilização - A CEE-Caixa é formada por representantes das federações filiadas à Contraf-CUT e das federações que integram o Comando Nacional e um representante da entidade para coordenar as negociações. Foi criada para assessorar a Confederação nos debates sobre as reivindicações dos empregados com a direção da Caixa.

"A Comissão tem levado para mesa permanente os problemas que afligem os trabalhadores e buscado soluções para resolvê-los. Tem sido responsável juntamente com as entidades sindicais pela mobilização dos empregados da Caixa", destaca a coordenadora da CEE-Caixa, Fabiana Matheus.

Na reunião desta terça-feira serão debatidos também a pauta de reivindicações das negociações permanentes e a Gestão de Desempenho de Pessoas.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

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Edital de Notificação – Auxílio Alimentação Caixa

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Juridica-genericaDe acordo com determinação judicial exarada no processo nº 000.0375-63.2014.5.08.0001, em trâmite na 1ª Vara do Trabalho de Belém, em que são partes litigantes o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Estado do Pará e a Caixa Econômica Federal, esta entidade sindical informa à categoria que aquela ação possui como objetos:

1. A notificação do Ministério Público do Trabalho para que atue no processo na qualidade de Custos Legis, de acordo com a Lei nº 7.347/65, em seu artigo 5ª, §1º.

2. A determinação de que a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL junte aos autos a relação nominal de todos os funcionários admitidos até a data de 30.12.1994, independente de filiação sindical, dentro da base territorial da entidade sindical autora (Estados do Pará e Amapá).

3. A determinação de que a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL junte aos autos o OFÍCIO/CAORI/CISET/MF/nº 0103/1870, os normativos internos, Ata nº 232/1975, Resolução da Diretoria DIRRC 076/1975,Resolução DIRHU 013/1978, bem como as Convenções e Acordos Coletivos anteriores e posteriores à 1990 que tratam sobre o assunto e demais documentos pertinentes à matéria, nos termos da causa de pedir, sob as penas do art. 359 do CPC.

4. A declaração de nulidade da alteração contratual unilateral que determinou a supressão do pagamento do auxílio alimentação quando da aposentadoria dos empregados do banco acionado admitidos até 30.12.1994, em face do disposto nos artigos 444 e 468 da CLT, bem como dos Princípios da Vedação à Alteração Contratual Lesiva, Proteção ao Salário e Irredutibilidade Salarial e dos institutos do Ato Jurídico Perfeito e do Direito Adquirido.

5. O reconhecimento do direito dos empregados da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, admitidos até 30 de dezembro de 1994, de receberem a verba de auxílio-alimentação em sua aposentadoria, tendo em vista seu direito adquirido, consoante fundamentação jurídica alhures apresentada.

6. A condenação da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ao pagamento das diferenças de complementação de aposentadoria aos bancários aposentados e pensionistas admitidos até 30 de dezembro de 1994, decorrentes da supressão da parcela de auxílio-alimentação, em parcelas vencidas e vincendas, independentemente de tais bancários estarem ou não já jubilados quando da supressão do benefício.

7. O reconhecimento do direito dos empregados da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, admitidos até 30 de dezembro de 1994 e ainda na ativa, de, por ocasião de sua aposentadoria, receberem a verba de auxílio-alimentação em sua aposentadoria.

8. Que a execução da sentença, em relação aos pedidos do item “h”seja realizada mediante habilitação individual dos interessados, na forma dos artigos 95, 97 e 103, §3º do CDC, aqui aplicados subsidiariamente, conforme expressa permissão do art. 769 da CLT.

9. A condenação da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ao pagamento de honorários advocatícios a serem fixados no importe de 15%, sobre o proveito econômico da causa, nos termos da Súmula 219 do C. TST, em especial seu item III.

Belém, Pará. 1º de agosto de 2014.



ROSALINA DO SOCORRO FERREIRA AMORIM
PRESIDENTA DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO PARÁ

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