Seeb PA/AP

Caixa

Lucro da Caixa cresce 5,6% e alcança R$ 5,3 bilhões até setembro

E-mail Imprimir PDF

O aumento das receitas com as operações de crédito e os investimentos em títulos e valores mobiliários fizeram a Caixa Econômica Federal lucrar R$ 5,3 bilhões de janeiro a setembro, 5,6% a mais que no mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados na tarde desta quinta-feira (13) pelo banco, que publicou o balanço do terceiro trimestre.

Somente de junho a setembro, o lucro líquido alcançou R$ 1,9 bilhão, alta de 1% sobre o trimestre anterior e de 1,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Nos últimos 12 meses, o retorno sobre o patrimônio líquido médio atingiu 17,8%.

De acordo com o banco, o crescimento do lucro líquido nos nove meses do ano decorreu principalmente do aumento de 44,4% nas receitas financeiras de crédito e da alta de 47,8% no resultado da carteira de títulos e valores mobiliários, na comparação com o mesmo período de 2013. As receitas com as tarifas bancárias subiram 12%, mas a Caixa esclarece que a alta se deve à ampliação do número de clientes e dos canais de relacionamento, não ao aumento de tarifas.

No período, as receitas totais alcançaram R$ 98,2 bilhões. Pela primeira vez, os ativos próprios da instituição financeira superaram a marca de R$ 1 trilhão, montante 5,8% acima do registrado no segundo trimestre e 18,6% maior que o do terceiro trimestre de 2013.

De janeiro a setembro, a Caixa injetou R$ 501,1 bilhões na economia brasileira. O valor engloba tanto as concessões de crédito como o pagamento de benefícios sociais, investimentos em infraestrutura própria, remuneração de pessoal e destinação social das loterias.

Somente as contratações de crédito acumuladas até setembro somaram R$ 364,2 bilhões, alta de 6,6% em relação a igual período do ano passado. Com 6 mil contratos assinados todos os dias, as operações habitacionais corresponderam a 25,9% do total (R$ 94,2 bilhões). Somente no Programa Minha Casa, Minha Vida, foram contratados R$ 25,8 bilhões no período, no total de 321,6 mil unidades habitacionais.

As contratações para operações de infraestrutura e saneamento alcançaram R$ 20,7 bilhões, crescimento de 17,2% na mesma comparação. Do total, R$ 3 bilhões destinaram-se ao saneamento básico, R$ 8,3 bilhões a financiamentos de energia e logística, R$ 4,1 bilhões à operações de mobilidade urbana e R$ 5,3 bilhões à infraestrutura urbana.

As operações de crédito comercial somaram R$ 189,9 bilhões até setembro, aumento de 8,1% em relação ao registrado no mesmo período de 2013. Desse total, as contratações para pessoas físicas atingiram R$ 106 bilhões, e as novas operações para pessoas jurídicas totalizaram R$ 83,9 bilhões. As operações de crédito rural, que começaram em 2012, somaram R$ 3,4 bilhões de janeiro a setembro de 2014, cerca de R$ 2,6 bilhões a mais que o registrado no mesmo período de 2013.

A carteira de crédito ampliada alcançou saldo de R$ 576,4 bilhões, crescimento de 24,4% em 12 meses e de 4,4% no trimestre. De acordo com o balanço, a Caixa foi responsável por 37,7% do crescimento do mercado de crédito nos últimos 12 meses, com participação de 19,6% ao fim de setembro.

Análise do Dieese - A Subseção do Dieese na Contraf-CUT já está fazendo um estudo do balanço do terceiro trimestre da Caixa. Os principais dados, como a evolução do emprego no período, serão divulgados logo após a conclusão da análise.


Fonte: Agência Brasil

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com
 

TST condena Caixa a pagar R$ 500 mil a gerente por danos morais

E-mail Imprimir PDF

A demora de uma investigação contra um gerente acusado de cometer atos ilícitos rendeu à Caixa Econômica Federal uma condenação de R$ 500 mil por danos morais. O processo interno, que concluiu pela inocência do gerente, demorou seis anos e meio para ser finalizado. Para a Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a morosidade na apuração causou ofensa à honra do bancário, que foi obrigado a conviver por anos com a imagem manchada pela suspeita de envolvimento nas denúncias.

Na ação, o gerente disse que foi afastado do cargo com o argumento de que houve uma denúncia contra ele por supostos atos improbidade administrativa e pagamentos de valores irregulares. Sem receber muitas informações, foi orientado a sair de férias "imediatamente" e procurar outra unidade de trabalho. Disse ainda que foi expulso do trabalho, obrigado a encerrar o expediente mais cedo e recolher os pertences pessoais sob os olhares dos colegas.

O caso aconteceu em julho de 2003, e, em dezembro de 2009, a CEF finalizou as investigações concluindo que o gerente não tinha cometido nenhuma irregularidade.

Falta de discrição - A Caixa foi condenada em primeiro grau em R$ 500 mil. O juízo entendeu que, na época das denúncias, o superior hierárquico do gerente não cuidou do tema com resguardo. Com base no depoimento de testemunhas, ficou comprovado que o assunto foi difundido a todos os empregados da unidade, com acusações levianas e sem provas.

Em recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 10º Região (DF), a CEF alegou que não houve nexo de causalidade entre o ato isolado e o dano alegado. E, ao questionar o valor da condenação, conseguiu reduzi-lo para R$ 100 mil. No recurso ao TST, o bancário conseguiu reestabelecer o valor arbitrado em sentença.

Sessão de julgamento - Para o relator do processo, ministro Emmanoel Pereira, a conduta morosa da instituição financeira revelou descaso com o trabalhador, que sofreu durante anos as consequências das acusações infundadas. Durante a sessão de julgamento, realizada na última quarta-feira (5), o ministro foi questionado pela defesa da empresa sobre o valor da condenação, considerado elevado se comparado a indenizações arbitradas em decorrência da morte de trabalhadores. Em resposta, defendeu que a honra é um bem inatingível, que não morre nem com a morte. "Você morre, mas sua honra fica. Se sua honra foi maculada, ela restará maculada mesmo após sua morte," descreveu.

Para o ministro, nada justifica a demora no andamento do processo, que rendeu ao trabalhador o estigma de desonesto e ladrão dentro do local de trabalho. "Não foram dias, nem meses. Foram seis anos para a empresa concluir que nada havia de desonesto na conduta do empregado, mas, mesmo assim, o retirou de uma função gratificada e o deixou dentro da empresa".

A decisão foi unânime.


Fonte: TST

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com
 

Após cobrança da Contraf-CUT, Caixa garante horas extras devido à pane

E-mail Imprimir PDF

Após a cobrança feita pela Contraf-CUT, por meio da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), a Caixa Econômica Federal garantiu que vai pagar 100% das horas extras feitas em razão da pane que deixou o sistema fora do ar nesta quinta-feira (6), independentemente do tamanho da agência. Devido ao problema, unidades fecharam mais tarde e nesta sexta-feira (7) abriram uma hora mais cedo.

"Vamos acompanhar para ter a certeza de que as horas extras serão integralmente pagas", diz a coordenadora da CEE-Caixa, Fabiana Matheus. Ela acrescenta: "A situação preocupou as entidades e continua gerando transtornos para os trabalhadores e a população, já que, segundo relatos de vários colegas, o sistema está operando com instabilidade. Aguardamos uma explicação formal da empresa".

A pane começou no final da manhã de quinta. O sistema voltou, com instabilidade, por volta das 17h. Caixas de autoatendimento, serviços de guichês nas agências e lotéricas em diversas partes do Brasil foram prejudicados.

O problema ocorre na semana de pagamento de grande parte dos salários e de benefícios sociais e previdenciários, o que agrava a situação. "Vamos continuar monitorando o funcionamento das unidades", avisa Fabiana Matheus.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com
 

Destino da Caixa Federal está associado a um Brasil mais forte e justo

E-mail Imprimir PDF

"A Caixa Econômica Federal é uma referência primordial para a história do desenvolvimento econômico e social do Brasil. Difícil encontrar um cidadão que não tenha alguma relação com o banco, seja por causa do PIS, FGTS, casa própria, poupança, operações de penhor e de políticas de desenvolvimento urbano. Isso leva a que as ações da Caixa, na condição de banco estatal, público e múltiplo, estejam voltadas para atender às demandas sociais de infraestrutura do país.

"Nesse contexto, a notícia de que o governo federal estuda abrir o capital da Caixa, divulgada nos últimos dias, faz parte de mais um capítulo da narrativa conservadora, que sempre desdenhou da dinâmica vigorosa dos bancos públicos federais. Diante desse cenário, cujo objetivo é não permitir que o Brasil repactue o seu futuro, as entidades representativas dos empregados do banco acendem o sinal amarelo, tendo a consciência de que a manutenção da Caixa como banco 100% público e com forte papel social é não só necessário, mas fundamental para um país mais forte e justo.

"É verdade que a informação da abertura de capital da Caixa não apresenta detalhes e já foi prontamente negada pelo Palácio do Planalto. Mesmo assim, convém intensificar o alerta, para que as políticas e os investimentos dos últimos 12 anos, que mudaram a fronteira da produção e do consumo no país, não corram o risco de rompimentos caducos e indevidos.

"Fundamental, para isso, é o governo seguir decididamente com a diretriz de fortalecimento das instituições financeiras públicas. Esse compromisso está expresso na declaração da presidenta Dilma Rousseff, para quem esses bancos são indispensáveis para a economia brasileira e atuam como um patrimônio da sociedade. A manifestação de Dilma, reeleita em segundo turno ocorrido em 26 de outubro, está registrada em carta aberta a todos os trabalhadores dos bancos públicos, em resposta a documento da CUT, Fenae e Contraf/CUT.

"Como a Caixa passou novamente a ser alvo de fortes e persistentes ataques, embutidos na proposta de abertura de capital, como parte do desmonte do patrimônio público, o movimento nacional dos empregados vem a público para cobrar do governo federal que honre os compromissos assumidos no documento entregue a Dilma em 15 de outubro. Isto tem relação direta com a valorização de todos os empregados do banco, podendo ajudar o Brasil a reinventar-se na perspectiva de mais democracia e mais participação popular".

Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT)

Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae)


Fonte: Contraf-CUT e Fenae

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com
 

CD da Funcef discute incorporação do REB ao Novo Plano nesta quarta

E-mail Imprimir PDF

O Conselho Deliberativo da Funcef realiza reunião ordinária, nesta quarta-feira (5), a partir das 9h30, em Brasília.

Estarão em pauta para deliberação dos conselheiros a proposta de recomposição dos comitês de assessoramento técnico, o Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa e a proposta de incorporação do REB ao Novo Plano, elaborada por um grupo tripartite formado por representantes da Fundação, Caixa e Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

Serão debatidos ainda o planejamento estratégico referente ao primeiro semestre de 2014 e o balancete do mês de agosto deste ano.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com
 
Página 2 de 116

Siga-nos

  • Facebook: bancariospa
  • Twitter: sindibanpa
  • YouTube: sindibanpa/videos

sms4


Belém

Sede: Rua 28 de setembro, 1210 Reduto. CEP: 66053-355 - Belém - Pará Fone: (91) 3344-7799
Fax: (91) 3344-7764
veja-no-mapa

Marabá

Subsede: Rua 5 de abril, 990 (altos) Marabá Pioneira
CEP: 68500-040 - Marabá - Pará
Fone: (94) 3322-3276
veja-no-mapa 

Santarém

Subsede: Ed. Augusto Coimbra
Trav. 15 de agosto, 19-B, sala 01
Centro. CEP: 68005-300 - Santarém-PA
Fone: (93) 3064-5579
veja-no-mapa