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Sindicato reúne com interventor em busca de solução para a CAPAF

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Sindicato reuniu com o interventor da Capaf em busca de soluções para a caixa de previdência dos empregados do Banco da AmazôniaA presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Rosalina Amorim, além de outros diretores da entidade, esteve reunida nesta sexta-feira, 18 de maio, com o interventor da CAPAF, Sr. Nivaldo Alves, para buscar informações sobre quais providências estão sendo tomadas em relação aos planos de previdência dos empregados do Banco.

A iniciativa do Sindicato é resultado de informações que circularam na imprensa local, dando conta de que o Governo Federal havia acenado com a solução para a situação da CAPAF, com a implantação dos planos oferecidos pela entidade e após encaminhamento do relatório da intervenção encaminhado à Brasília.

Na reunião, o Sr. Nivaldo informou que não há decisão de Brasília sobre a solução para a CAPAF e que o relatório encaminhado resume-se a apresentar a situação contábil e atuarial da entidade, que hoje não difere da situação já publicizada anteriormente, onde se constata um profundo déficit atuarial e uma situação de parcos recursos para honrar os compromissos com os assistidos. No entanto, o interventor da CAPAF entende que não deve tardar uma posição oficial de Governo e da PREVIC para a solução CAPAF, mas não quis externar datas ou prazos, dizendo não ser possível prevê-los.

Na ocasião, a presidenta do Sindicato dos Bancários externou seu entendimento de que a solução para a CAPAF é urgente e que é necessário o empenho de todos para que não se perca a oportunidade de salvaguardar a qualidade de vida dos empregados do Banco após a sua aposentadoria. E que essa solução deve valer tanto para os atuais assistidos, como para o pessoal da ativa, inclusive aqueles que sequer tem o amparo do fundo de pensão, que já é a maioria dos empregados da ativa do Banco.

PROCESSO ARQUIVADO

Esta semana a 1ª Turma do TRT 8ª Região decidiu extinguir sem julgamento do mérito o processo do Sindicato contra o Banco da Amazônia e a CAPAF, que garantia por liminar o pagamento dos bancários aposentados e da ativa do plano BD da CAPAF, por entender que a ação do Sindicato era idêntica à ação patrocinada pela AABA.

No entendimento do Sindicato, a decisão da turma foi um equívoco, já que a ação do Sindicato ia além da ação da AABA em vários aspectos, já que abarcava o pessoal que hoje está na ativa, além do 13º salário. Além disso, o Ministério Público do Trabalho já havia se pronunciado a favor do prosseguimento da ação, o que foi ignorado pela turma.

A decisão da 1ª Turma não deve ser comemorada, visto que agora os aposentados do Banco da Amazônia estão tendo os seus salários pagos em virtude de apenas uma liminar, da ação da AABA, o que torna mais dramática a situação de todos, além de não mais termos a garantia do pagamento pelo Banco aos futuros aposentados, que hoje estão contribuindo para a CAPAF.

O Sindicato, através de sua assessoria jurídica, vai recorrer da decisão.

Fonte: Bancários PA

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Por que a AEBA burla a verdade com ataques ao Sindicato?

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dúvidaCom o pretexto de responder às críticas feitas pelo associado da AEBA e diretor do Sindicato dos Bancários do Pará, Cristiano Moreno, a respeito do déficit crescente naquela Associação, além de outras situações envolvendo membros da sua diretoria (veja aqui), a direção da AEBA publicou texto de autoria de seu Diretor Financeiro, Marlon George com críticas ao Sindicato dos Bancários. 

Em tom panfletário, o texto do Sr. Marlon não responde a nenhum dos questionamentos feitos pelo associado da AEBA Cristiano Moreno, e lança ataques descabidos contra a Direção do Sindicato. 

Não nos estranha esse comportamento do Sr. Marlon. Acuado com as críticas que envolvem a sua pasta e sua atuação como diretor da AEBA, buscou criar uma cortina de fumaça sobre essa sua atuação e tentou transferir para o Sindicato a sua responsabilidade, que é responder aos questionamentos feitos. 

Obviamente, qualquer questionamento público aos atos do Sindicato dos Bancários precisa ser respondido. Portanto, vamos esclarecer as “denúncias” formuladas pelo Sr. Marlon em respeito aos nossos associados, empregados do Banco do Amazônia e dos demais bancos do Pará. 

1. Ação antissindical do Banco do Brasil 

O Banco do Brasil de Marabá (PA), em uma atitude discriminatória e antissindical, suspendeu o contrato de trabalho do dirigente sindical, Diretor do Sindicato dos Bancários do Pará em Marabá e região, Andretti Ayala, negando-lhe o direito de receber seus vencimentos. 

A Diretoria do Sindicato, por unanimidade, avaliou que a atitude do Banco do Brasil se caracterizaria como antissindical por dois motivos elementares: 

a) primeiro, porque somente no caso do Diretor Andretti o Banco tomou essa medida. O Sindicato está questionando na Justiça a atitude do Banco contra os seus funcionários que atuam como professores da rede pública, além de trabalhar suas seis horas regulamentares na Empresa. Por recomendação do TCU, o Banco está obrigando o funcionário a optar por um ou outro emprego. Temos a convicção de que está errada a interpretação do TCU de que os bancários não podem atuar como professores. Por isso ingressamos na Justiça contra a obrigatoriedade da opção e, por força dessa ação, o Banco está impedido de demitir vários colegas. 

No entanto, no caso específico do Diretor do Sindicato, em uma atitude claramente discriminatória e antissindical, por conta exclusiva de suas atividades sindicais, sua atuação aguerrida em defesa dos bancários na região Sul e Sudeste do Pará, o Banco resolveu suspendê-lo de suas funções, suspendendo também o pagamento de seu salário. Em nenhuma outra situação o Banco tomou medida semelhante, somente no caso do Diretor do Sindicato. 

b) O outro motivo que nos leva a crer que a ação do Banco é um atentado contra a organização sindical é o fato de que, atingindo um dirigente sindical, que tem estabilidade no emprego garantida em lei, por uma decisão de Estado que está sendo questionada judicialmente, estará aberta a possibilidade de todos aqueles que ainda não foram atingidos pela medida serem demitidos. Portanto, ao mirar no dirigente sindical, a empresa busca atingir toda a categoria. Por isso é tão importante a defesa do Diretor em toda a sua plenitude. 

No entanto, para além do atentado à figura pública do Diretor e da entidade sindical, a decisão do Banco é uma afronta à própria sobrevivência do ser humano Andretti Ayala. Neste caso específico, um militante das causas dos trabalhadores, que sempre se portou de maneira digna frente aos desafios sindicais. Um companheiro que nunca se aboletou em cargos de assessoria de direção em bancos e nunca se aproveitou de movimento grevista para disputar sem concorrência os cargos de comissão de qualquer banco. Ao contrário, Andretti sempre esteve à frente das principais greves da categoria, mesmo quando não era dirigente sindical.

Em solidariedade a este companheiro, a diretoria do Sindicato decidiu por unanimidade, em caráter provisório de não mais que dois meses, adiantar o valor do seu salário líquido, até que a entidade sindical consiga resolver sua situação junto ao Banco pela via administrativa ou, caso impossível, pela via judicial. Caso a suspensão do contrato de trabalho do companheiro Andretti se alongue por mais tempo, a decisão da diretoria foi de convocar uma assembléia geral para deliberar sobre o assunto, defendendo o entendimento de que a entidade e sua categoria devem se manter solidária a esse lutador. Como a audiência que discutirá o caso do Diretor está marcada para 30.05, após essa data, não resolvida a questão, será convocada a assembléia. 

Portanto, a decisão da diretoria se deu dentro dos limites de sua alçada, nada havendo de extraordinário, visto que seguirá o mesmo rito de decisões semelhantes tomadas no passado seja por esta entidade, seja por outras entidades sindicais.

2. Construção de um espaço multiuso na sede do Sindicato

Também por decisão unânime, a diretoria do Sindicato decidiu pela construção de um espaço multiuso na sua sede administrativa da Rua 28 de Setembro, em Belém, tendo em vista a necessidade oferecer mais conforto à categoria nos eventos que realiza, sejam assembléias, eventos culturais e encontros. O entendimento da Diretoria é de que o investimento no novo espaço possibilitará inclusive uma grande economia, haja vista os valores despendidos com hotéis e aluguéis de auditórios quando da realização de encontros e palestras, quando não conseguimos a cessão gratuita desses espaços. 

A obra também objetiva melhorias nos banheiros do Ginásio de Esportes, que também servem para os alojamentos utilizados pelos bancários que moram no interior do Estado e que utilizam o alojamento quando de suas viagens a Belém. Ademais, o Sindicato só está realizando esta obra porque se planejou, geriu corretamente os recursos da entidade, o que possibilitou investir na conservação do patrimônio.

Portanto, mais uma vez, nada há de extraordinário na ação do Sindicato visando a valorização do seu patrimônio e o conforto dos bancários e tudo dentro dos limites da alçada da Diretoria, eleita pela categoria para, entre outras coisas, administrar seu patrimônio

3. Gastos de campanha salarial

O Sr. Marlon se queixa de que os gastos de campanha salarial das associações dos Bancos (sic) foram maiores que os do Sindicato. A esse respeito, achamos que o Diretor do Sindicato Cristiano Moreno foi muito feliz em suas argumentações. Por isso, convidamo-lhe a ler a réplica do Cristiano à AEBA (veja aqui). Só para resgatar um trecho do texto do companheiro Cristiano:

 

... a AEBA tenta justificar o déficit afirmando que a sua despesa com campanha salarial cresceu exponencialmente, de R$ 6.000,00 em 2010 para R$ 23.000,00 em 2011. Ora, ora. Essa justificativa merece um capítulo a parte.

Pra início de conversa, eu tenho acompanhado e ajudado a construir TODAS as greves no Banco da Amazônia nos últimos anos, desde 2003. Este ano a AEBA não fez mais do que sempre fez em termos materiais. Uma garrafa de café e o pagamento de dois “apoios” foi o que vi durante os 77 dias de greve na porta da Matriz. Vi também, algumas vezes, um carro som que serviu de palanque para uma ex-quase-senadora e seu candidato a prefeito. Fora isso, não vi nada além. A grande maioria das faixas que estavam na matriz e nas agências foi paga pelo Sindicato. Estive lá em praticamente todos os dias e sei quem estava no dia a dia da greve. Portanto, também não cola essa estória de que o Sindicato abandonou a greve. Eu sou diretor do Sindicato e estava lá. Vários dos meus companheiros, diretores do Sindicato, estavam lá.

 Sei exatamente o dia em que os dirigentes da AEBA entraram na greve e o dia que saíram. Sei qual o dirigente da AEBA que, no meio da greve, enquanto a sua diretoria dizia que era para todos continuarem em greve nas suas agências, estava trabalhando na sua. Sei também qual o dirigente da AEBA esteve, durante a greve, fazendo seleção para cargo comissionado, enquanto a entidade dizia que “tínhamos que romper os limites e continuar a greve até conquistar todas as nossas reivindicações”. Ou seja, aproveitou-se da ausência de concorrentes para tentar se dar bem. Pior que nem conseguiu.

 Agora, tentar justificar um déficit de R$ 85.335,00 com um acréscimo de R$ 17.000,00 na campanha salarial, depois de ter reduzido custos durante todo o ano? Desculpem-me colegas, mas essa conta não bate.”

Como vemos, muito ainda tem os dirigentes da AEBA para esclarecer, antes de jogar pedras na Diretoria do Sindicato. Que tal, em nome da transparência tão alardeada pelo Sr. Marlon, a AEBA nos esclareça qual foi o seu diretor que abandonou seus companheiros em greve para disputar, sem concorrentes, um cargo comissionado no Banco da Amazônia? Seria um bom começo para praticar o que pregam.

 

Sindicato dos Bancários do Pará



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Sindicato reivindica anulação do Vale Card no Banco da Amazônia

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O Sindicato dos Bancários do Pará enviou ofício ao Banco da Amazônia nesta terça-feira, 15 de maio, reivindicando a anulação do processo de licitação do tíquete Vale Card; abertura de um novo processo licitatório para contratação de serviço de tíquete alimentação; e que o valor do tíquete seja pago em espécie aos bancários até que o serviço seja normalizado.

No ofício o Sindicato ressalta que a denuncia contra a contratação Vale Card foi feita durante a última mesa de negociação permanente com o Banco, no dia 27 de abril, e que a instituição se comprometeu em cobrar da empresa Vale Card que melhorasse seus serviços, mas até agora nada mudou.

O Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá questiona o péssimo serviço prestado pela empresa Vale Card. É indiscutível que a responsabilidade pelos problemas vividos pelos empregados para acessar o ticket alimentação é, em primeiro lugar, do Banco da Amazônia. Um direito que tem natureza alimentar e que há muito tempo foi conquistado pelos trabalhadores bancários, jamais deveria ser exposto a qualquer embaraço para sua utilização”, afirma logo na abertura do ofício a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.

Os problemas questionados pelo Sindicato em relação ao Vale Card são os seguintes:

1) Falta de transparência no processo licitatório – os bancários deveriam ter sido avisados quanto as mudanças que seriam efetivadas pelo Banco.

2) Falta de cumprimento de requisitos mínimos – a empresa “vencedora” da licitação não atende a contento aos bancários, principalmente aqueles que residem no interior do Estado do Pará, pois apresenta baixa rede credenciada, o que expõe os empregados a altos preços, já que as opções de estabelecimentos é quase a metade oferecida pela Sodexo (ver quadro anexo), que prestava o serviço até a desastrada troca.

3) Não ampliação da rede – desde que a empresa Vale Card “venceu” a licitação, já decorreu tempo suficiente para que fosse realizada a adequação da rede, o que não fez. Os bancários continuam tendo dificuldades para usar o ticket.

4) Desrespeito aos empregados e insensibilidade do Banco – O Banco da Amazônia, mesmo tendo conhecimento de todos os problemas enfrentados pelos bancários em virtude da sua decisão de contratar a empresa Vale Card, permanece inerte. Este silêncio é mais um sintoma do desrespeito da direção do Banco com a categoria.

Clique sobre a imagem abaixo e veja os prejuízos dos trabalhadores com o Vale Card do Banco da Amazônia:

Quadro-comparativo-Sodexo---Vale-Card

Clique aqui e veja o ofício enviado ao Banco da Amazônia.

Fonte: Bancários PA

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Sindicato impede abertura de agência assaltada em Eldorado dos Carajás

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As imagens mostram a total impossibilidade de funcionamento da agência do Banco da Amazônia em Eldorado dos CarajásAs cenas de destruição no Banco da Amazônia e Banpará de Eldorado dos Carajás, sudeste do Pará, ainda permanecem no local e na memória dos moradores da cidade. Há uma semana, na madrugada do dia 1º de maio, uma quadrilha invadiu a cidade e explodiu os caixas eletrônicos das duas agências bancárias.

“É forro descoberto, banheiro interditado, cadeira quebrada, mesa apoiada com objetos, sem caixa eletrônico novo. Ou seja, não existem condições alguma de as agências voltarem a funcionar desse jeito. Os bancários, clientes e usuários correm risco de morte se ficar em um espaço como esse. Afinal, nenhum bandido foi preso até agora, pelo contrário, três dias depois do assalto em Eldorado outros dois bancos de Novo Repartimento, também no sudeste paraense, foram assaltados”, denuncia o vice presidente do Sindicato dos Bancários do Pará e empregado do Banco da Amazônia, Sérgio Trindade.

Sindicato defende que esta agência só volte a funcionar após a conclusão das obrasApesar de todos os problemas de infraestrutura no Banco da Amazônia relatados acima, a direção do Banco pretendia reabrir a agência para atendimento ao público na manhã desta quarta (9); mas graças à ação do Sindicato, isso não foi possível.

“Só vamos sair de Eldorado quando a superintendência do Banco, que já está a caminho daqui, nos der a garantia que a reabertura da agência só vai acontecer quando toda a reforma necessária estiver concluída. Os bancários precisam de um local seguro para trabalhar e a população também precisa ter um atendimento de qualidade”, afirma o diretor do Sindicato, Gilmar Santos.

Além dos dois representantes da entidade, a diretora do Sindicato na região, Heidiany Moreno também se dirigiu até o município para impedir a abertura da agência. “Os bancários e a população daqui do Sudeste sofrem não só com a falta de investimento dos bancos em segurança, mas também com a falta de segurança pública. Quase todo mês, pelo menos um assalto acontece nessa região; e nas estatísticas, o Sudeste sempre lidera. Enquanto banqueiros e Governo do Estado não fazem nada, nós do Sindicato não vamos é ficar de braços cruzados, e vamos continuar lutando pelos direitos dos bancários e bancárias de todo o Estado”, destaca Heidiany Moreno.

Contra a insegurança – O Sindicato dos Bancários vem denunciando na imprensa, redes sociais e em sua página eletrônica o quanto a falta de investimento na segurança interna das agências bancárias prejudica a categoria e a população. Além disso, a entidade também já solicitou por diversas vezes, através de ofício, a retomada do Grupo de Trabalho sobre Segurança Bancária com o Governo do Pará. 

Esse grupo, formado pelo Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Vigilantes, Polícias Civil e Militar, Secretaria de Segurança Pública e representantes dos bancos, se reuniam pelo menos uma vez por mês para definir estratégias eficazes de redução aos assaltos a bancos no Pará.

Reunião com o superintendente – A presença do Sindicato dos Bancários em Eldorado dos Carajás fez com que o Banco da Amazônia enviasse para a cidade o superintendente Luiz Euclides Barbosa Feio, que reuniu com os dirigentes sindicais na própria agência e constatou a impossibilidade de haver qualquer tipo de serviço bancário no local.

O superintendente concordou com o posicionamento do Sindicato de somente permitir a reabertura da agência após a conclusão das obras e a emissão de um parecer técnico de órgãos de segurança competentes como Corpo de Bombeiros e Polícia Federal. Ele também informou que irá emitir relatório para a direção do Banco da Amazônia sugerindo o remanejamento dos bancários e bancárias da agência para algum município próximo a Eldorado dos Carajás.

“Tomamos as afirmativas do superintendente como uma posição do Banco da Amazônia. Nesse sentido, o Sindicato vai acompanhar todo o desenvolvimento da situação da agência de Eldorado e vamos manter nosso posicionamento de que a agência só volte às suas atividades normais após a conclusão das obras de recuperação”, afirma Sérgio Trindade.


Fonte: Bancários PA

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Diretores do Sindicato vencem eleições da CIPA no Banco da Amazônia

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Cristiano Moreno foi o representante dos empregados mais votado para a CIPA do Banco da Amazônia pelo segundo ano consecutivoCristiano Moreno, diretor do Sindicato dos Bancários do Pará e empregado do Banco da Amazônia na GERHU venceu pelo segundo ano consecutivo as eleições da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) do Banco. Outro diretor do Sindicato que novamente integra a comissão de titulares da CIPA foi Marco Aurélio Vaz, da área de TI (Tecnologia da Informação).

Marco Aurélio Vaz, também diretor do Sindicato, foi eleito novamente para membro titular da CIPAAs votações transcorreram durante o mês de abril e o resultado final foi divulgado oficialmente nessa quinta-feira, 3 de maio. Veja os números da eleição:

Representantes dos Empregados titulares da CIPA do Banco da Amazônia (gestão 2012/2013)

1º Membro - Cristiano Moreno (vice-presidente): 231 votos
2º Membro- Ana Grace Mileo: 139 votos
3º Membro - Ózimo Balbi Noronha: 98 votos
4º Membro - Marco Aurélio Vaz dos Remédios: 88 votos

1º Suplente - Milene das Graças de Quadros M. dos Santos
2º Suplente - Antônio Oliveira da Silva
3º Suplente - Julyana de Angelis Menezes Barata
4º Suplente - Antônia Lima Neves

Representantes do Empregador (Titulares e Suplentes – designados)

1º Membro (Presidente da CIPA) - Ademir Santos de Sousa
2º Membro - Maria Inez de Lima Martins
3º Membro - Walter José da Silva Faro
4º Membro - Elias Gois

1º Suplente - Flavio Ferreira Matos
2º Suplente - João Carlos Montecelli
3º Suplente - Silvio da Silva Nery
4º Suplente - Joaquim Manoel Carneiro da Silva

No ano passado, Cristiano Moreno foi o mais votado para a CIPA do Banco da Amazônia com 178 votos, e a votação desse ano (231 votos) rendeu um crescimento de 23% de confiança da categoria no trabalho de Cristiano a frente da Comissão.

Denuncias

Falta de luvas, sacos plásticos, máscaras e demais materiais obrigatórios de segurança para os terceirizados de serviços gerais realizarem seu trabalho. Banheiros precários, em péssimas condições de uso. Falta de extintores em andares inteiros do prédio da matriz, ou quando existentes, fora do prazo de validade, são algumas das denuncias que a CIPA faz às inúmeras situações precárias identificadas nas instalações do prédio da matriz e da agência Belém-Centro do Banco da Amazônia, em Belém.

Cristiano Moreno ressalta dois problemas como os mais graves dentro da sede central do Banco: o anexo da GERHU, e o espaço destinado aos seguranças da agência Belém-Centro.

Ele denuncia que o anexo da Gerência de Recursos Humanos seria destinado para alocar os empregados da área de tecnologia da informação (TI), mas hoje nada mais é que um espaço fechado, úmido e sem iluminação, que acumula materiais descartáveis impróprios para consumos e insetos e roedores mortos.

A mesma situação se repete na área de uso coletivo dos seguranças da agência Belém-Centro, os quais fazem suas refeições, repouso, asseios, em condições totalmente insalubres.

“A CIPA tem cumprido seu papel de fiscalizar e denunciar os problemas sempre em busca de condições de trabalhos decentes, que preservem a saúde e integridade dos empregados e empregadas do Banco da Amazônia. Por isso, é necessário que essa situação degradante que existe na matriz do banco e na agência Belém-Centro seja publicizada, no sentido de pressionar o Banco da Amazônia a tomar providências urgentes”, afirma Cristiano.

Metas para a gestão 2012/2013

A instalação de um novo plano de evacuação do prédio da matriz e a viabilização de cursos de brigada de incêndio para evitar que os empregados sejam surpreendidos em uma situação desse tipo, seriam as principais metas destacadas por Cristiano Moreno para a nova gestão dos empregados eleitos para a CIPA do Banco da Amazônia

“Esperamos continuar representando da melhor maneira possível os empregados e empregadas do Banco da Amazônia dentro da CIPA, e fazer o bom combate dentro do Banco em defesa da saúde dos trabalhadores e de melhores condições de trabalho. Queremos sanar muitos problemas identificados pela gestão passada e avançar em novas conquistas para os trabalhadores nessa nova gestão. Agradeço a confiança de todos os colegas que nos deram seu voto nas urnas”, comemora Cristiano Moreno.

Fonte: Bancários PA

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Belém

Sede: Rua 28 de setembro, 1210 Reduto. CEP: 66053-355 - Belém - Pará Fone: (91) 3344-7799
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Macapá

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Marabá

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CEP: 68507-530 - Marabá - Pará
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Santarém

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Trav. 15 de agosto, 19-B, sala 01
Centro. CEP: 68005-300 - Santarém-PA
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