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HSBC

HSBC negocia venda de operações em quatro países da América Latina

O HSBC está negociando a venda de suas operações na Colômbia, Peru, Uruguai e Paraguai, em meio à contínua estratégia do maior banco da Europa de deixar países onde tem pequena atuação ou não apresenta crescimento suficiente.

O banco vem abandonando mercados e negócios menores para cortar custos sob a gestão do novo presidente-executivo, Stuart Gulliver.

A instituição financeira com sede em Londres opera em 85 países, sendo que Gulliver tenta focar as operações em mercados asiáticos de rápido crescimento. No ano passado, o banco realizou 27 transações para cortar mais de US$ 60 bilhões em ativos de risco.

O HSBC tem 62 filiais nos quatro países latino-americanos que está abandonando: 24 no Peru, 20 na Colômbia, 11 no Uruguai e sete no Paraguai. Em todo o continente americano, são 3.000 unidades.

O banco não detalhou com quem está negociando nem com quantos interessados. O HSBC embolsou US$ 800 milhões ao vender, no começo do ano, as suas operações em Costa Rica, El Salvador e Honduras. Os três países formavam uma rede de 136 filiais e totalizavam US$ 4,3 bilhões em ativos.

No ano passado, o grupo inglês também vendeu sua operação de varejo no Chile.

A divisão do HSBC para a América Latina teve um lucro antes de impostos de US$ 2,2 bilhões, apesar de um aumento de 61% nos recursos para cobrir empréstimos duvidosos na região.


Fonte: Folha.com

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Em visita à Contraf-CUT, novo presidente do HSBC nega saída do Brasil

André Brandão disse que banco inglês não tem planos de deixar o paísO Brasil é um dos mercados mais importantes para o HSBC no momento e o banco não tem planos de deixar o país. Essa foi a resposta do presidente do banco inglês no Brasil, André Brandão, à cobrança feita pela Contraf-CUT durante visita à sede da entidade, em São Paulo, nesta terça-feira (8). O questionamento dos bancários foi feito por conta de boatos de que o HSBC estaria negociando sua participação no mercado brasileiro.

Brandão confirmou que o banco está avaliando seus negócios em todo o mundo e que deixou alguns mercados, como foi o caso do Chile. "O banco está revisitando seus negócios. Estávamos presentes em 87 países oferecendo a totalidade de nossos produtos e vimos que isso não era o caminho. Estamos olhando para a frente e concentrando nossos investimentos nos lugares que façam sentido", disse.

"A indústria financeira está passando por questionamentos no mundo todo e também no Brasil. As novas regras certamente exigirão mais capital para garantir as operações e teremos que aumentar nossa eficiência", salientou.

Segundo ele, o Brasil cumpre os critérios definidos pela direção do banco para avaliar as operações, especialmente crescimento econômico e demográfico e conexão com os demais países da rede do HSBC. "O Brasil é a sexta maior economia do mundo, a população cresce num ritmo acima de outros locais, e tem conexão com o mundo todo. O Brasil está no contexto do HSBC. O banco está aqui e vai ficar", completou.

Para Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, a declaração de Brandão é importante para tranquilizar os bancários. "É importante ouvir da voz da instituição de que esses boatos são infundados", afirmou.

O dirigente da Contraf-CUT cobrou de Brandão a manutenção e ampliação do canal de diálogo que tem havido com o banco. "Precisamos transformar esse diálogo em conquistas para os trabalhadores, de forma a valorizar a avançar no processo de negociação", disse.

Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT e funcionário do HSBC, também cobrou maior efetividade nas negociações com o banco. "Temos uma extensa pauta de reivindicações que precisa ser atendida pelo banco. É preciso dar continuidade o quanto antes ao processo de negociação permanente", apontou.


Fonte: Contraf-CUT

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Novo presidente do HSBC no Brasil visita Contraf-CUT nesta terça


O novo presidente do HSBC no Brasil, André Brandão, atendeu o convite da Contraf-CUT e agendou uma visita que ocorre nesta terça-feira, dia 8, às 17h, em São Paulo. A expectativa é de que o recém-nomeado executivo do banco inglês faça uma apresentação sobre as políticas e perspectivas de atuação no Brasil.

 Brandão será recebido pela direção da Contraf-CUT , integrantes da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC e presidentes de sindicatos.

"Diante de tantas incertezas no mercado após a crise financeira internacional de 2008, a visita do novo presidente do HSBC é muito importante, pois queremos conhecer os objetivos e os compromissos do banco no país, até porque existem muitas especulações e boatos", afirma Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.

"Esperamos que Brandão traga informações claras e seguras sobre a atual situação do banco e aponte caminhos para a retomada do diálogo com o movimento sindical, a fim de que possamos discutir a pauta de reivindicações dos funcionários", aponta o dirigente sindical.





Fonte: Contraf-CUT

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Justiça manda HSBC reintegrar funcionária com LER/Dort em Porto Velho

Uma bancária, que há mais de 22 anos prestou serviços para o HSBC, um dos maiores bancos privados do mundo e que fora demitida injustamente em dezembro de 2011, terá que ser reintegrada ao serviço imediatamente pelo banco inglês, sob pena de multa diária de R$ 200 em favor dela mesma. A decisão é da 3ª Vara do Trabalho de Porto Velho, em sentença proferida pelo juiz Domingos Sávio Gomes dos Santos.

A funcionária, contratada em dezembro de 1989, começou no banco como escriturária e, em mais de duas décadas de serviços prestados ao banco, sempre teve uma atuação isenta de qualquer ilícito e sua avaliação profissional e recebia notas dos próprios clientes acima de 9 (num teto de 10). Mas, com tanto esforço, acabou sendo acometida pela famigerada LER/Dort, doença ocupacional que atinge milhões de trabalhadores em todo o país, especialmente os que atuam em instituições financeiras.

Comprovada a doença por conta dos esforços repetitivos em tantos anos de trabalho no HSBC, a Justiça decidiu pela reintegração imediata da bancária, entendendo que ela não deve ser penalizada ainda mais pela instituição, especialmente com a demissão sumária.

"O entendimento do magistrado foi em favor de mais uma trabalhadora que seria injustiçada por um banco, que usa a mão de obra das pessoas e, depois de adoecê-las, tenta simplesmente 'se livrar' delas. O HSBC tem atuado de forma a promover uma grande onda de demissões em todo o país, excluíndo seus funcionários antigos, gradativamente, e aproveitado mão de obra terceirizada, sempre, é claro, visando o lucro em detrimento ao valor do ser humano", avalia Euryale Brasil, presidente em exercício do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb Rondônia

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HSBC segue BB e Caixa e é o primeiro banco privado a reduzir juros

O HSBC anunciou nesta quinta-feira (12) redução dos juros em algumas linhas de crédito para pessoas físicas, dias depois de o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal terem implementado cortes agressivos em várias linhas.

O anúncio segue os dois bancos federais que fizeram medidas semelhantes, após o governo lançar medidas para estimular a produção da indústria brasileira, em um pacote estimado em R$ 60 bilhões em renúncia fiscal do governo somente neste ano.

Com o anúncio, o HSBC foi o primeiro banco privado a reduzir taxas.

No caso da filial do banco inglês no Brasil, as taxas menores valem para crédito pessoal, financiamento para compra de veículos e consignado.

A taxa mínima do crédito pessoal caiu de 2,45% para 1,99% ao mês. No financiamento automotivo, o juro mensal foi de 1,48% a 0,98%. No crédito com desconto em folha de pagamento, a taxa recuou de 1,59% a 0,99%, também mínima.

Com as mudanças, a faixa de juro cobrado pelo banco no cheque especial fica entre 1,39% e 9,98% ao mês. A do crédito pessoal vai até 5,93% mensais. A de automóveis terá teto de 2,55%, enquanto a do consignado será de até 4,7%.

BB e Caixa

O Banco do Brasil foi a primeira instituição a reduzir os juros. A medida foi anunciada na semana passada. Entre as taxas reduzidas estão financiamento de veículos (a partir de 0,99% ao mês) e empréstimo consignado com desconto na folha do INSS (de 0,85% a 1,80% ao mês).

A Caixa, por exemplo, baixou os juros do cheque especial normal para 4,27% ao mês, e passou a operar com o consignado a partir de 1,2% também por mês. O banco também lançou um plano para facilitar o pagamento de dívidas.

Na terça-feira (10), o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, apresentou ao governo uma lista de demandas dos bancos privados, apresentadas como pré-condição para baixarem os juros.

Na manhã desta quinta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que os bancos privados têm espaço para reduzir os juros e que o governo não iria atender às solicitações.

Antes de analisar as propostas dos bancos privados para redução dos custos de empréstimos, o governo espera que o setor primeiro faça sua parte e reduza as taxas de juros de suas operações de crédito.


Fonte: Reuters

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