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Sindicato solicita manual de procedimento do ponto eletrônico do Banpará

ponto-eletronico-genericoAtravés de ofício enviado nessa quinta-feira 30 (clique aqui), o Sindicato dos Bancários do Pará solicitou ao Banpará, o manual de procedimento do ponto eletrônico da instituição para conhecimento, no estágio em que o mesmo esteja, tendo em vista que o mesmo está previsto para começar a funcionar no próximo dia 20 de novembro de 2014.

Além disso, a entidade sindical também solicitou que o banco marque uma data para explanação às entidades sobre o ponto eletrônico, e sugeriu os próximos dias 11 ou 12 de novembro para que esta reunião ocorra.

“O ponto eletrônico é uma conquista da luta do funcionalismo do Banpará, e este deverá ser implementado pelo banco ainda este ano. Aguardamos a resposta do Banpará para a reunião que solicitamos e esperamos que todos os procedimentos para pôr o ponto eletrônico em prática já estejam encaminhados”, afirma a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.


Fonte: Bancários PA

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Bradesco lucra R$ 11,2 bilhões até setembro, mas corta 1.640 empregos

Mesmo obtendo um lucro líquido ajustado de R$ 11,227 bilhões nos primeiros nove meses de 2014, um crescimento de 24,7% em relação ao mesmo período do ano passado, o Bradesco cortou 1.640 empregos, o que é totalmente injustificável.

"A redução de postos de trabalho mostra que o banco anda na contramão da economia brasileira que entre janeiro e setembro deste ano gerou 904.913 novos empregos com carteira assinada", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

Se forem comparados os últimos 12 meses, o banco promoveu o fechamento de 2.561 vagas. Assim, o número de empregados da holding em setembro de 2014 caiu para 98.849 ante 101.410 em setembro de 2013, o que representa uma queda de 2,5%, segundo análise da Subseção do Dieese da Contraf-CUT com base no balanço do Bradesco, divulgado nesta quinta-feira (30).

Clique aqui para ver a análise do Dieese

"Não tem cabimento que com todo esse resultado bilionário o Bradesco continue demitindo e extinguindo postos de trabalho, além da prática da rotatividade de mão de obra", salienta Cordeiro.

"Queremos que o país volte a crescer a um ritmo mais acelerado, com geração de empregos e redução das desigualdades, mas para isso os bancos têm que fazer a sua parte, oferecendo contrapartidas como emprego, crédito mais barato, redução de tarifas, atendimento de qualidade e segurança", defende o presidente da Contraf-CUT.

Menos agências e PAs, mais correspondentes - O banco também fechou as portas de 38 agências e 263 postos de atendimento (PAs) nos últimos 12 meses, sendo 15 agências e 89 PAs entre janeiro e setembro de 2014.

Ao mesmo tempo, a terceirização se intensificou através da ampliação das unidades do Bradesco Expresso. O número desses correspondentes bancários cresceu em 3.406 dependências, dos quais 2.156 somente este ano, totalizando 49.020 em setembro.

"O fechamento de agências e PAs mostra a política equivocada de redução de custos e de precarização do atendimento, com o objetivo de aumentar ainda mais os lucros do banco", enfatiza Andréa Vasconcelos, funcionária do Bradesco e secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT. "Queremos mais agências e PAs para garantir atendimento de qualidade aos clientes".

Mais operações de crédito - As operações de crédito cresceram 7,7% em 12 meses, atingindo um montante de R$ 442,2 bilhões. As operações com pessoas físicas evoluíram 8,6% em relação a setembro de 2013, chegando a R$ 138 bilhões, o que representa 31% do total das operações de crédito. 

Já as operações com pessoas jurídicas alcançaram R$ 306,2 bilhões, com elevação de 7,2% em comparação ao 1º trimestre de 2013, totalizando 69% do total do crédito.

"Esse crescimento das operações traz mais serviços e, com a redução de funcionários, aumenta ainda mais a sobrecarga e a pressão no trabalho, afetando a saúde dos bancários e a qualidade de atendimento dos clientes", ressalta Andréa.

"Queremos o fim das demissões, da rotatividade e do corte de empregos. O banco tem que fazer mais contratações e melhorar as condições de trabalho", propõe a diretora da Contraf-CUT.

O índice de inadimplência superior a 90 dias manteve-se estável em relação ao terceiro trimestre de 2013, ficando em 3,6% (subindo 0,1 ponto percentual no trimestre). O banco elevou as suas despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD) em 3,2% em 12 meses, atingindo R$ 10,7 bilhões.

Receitas de tarifas x Despesas de pessoal - A receita com prestação de serviços mais a renda das tarifas bancárias cresceram 11,9% em 12 meses, totalizando R$ 16 bilhões. Já as despesas de pessoal subiram 12,3%, chegando a R$ 10,8 bilhões. Com isso, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias do banco ficou em 148,46% no 3º trimestre de 2014.

"O banco paga a folha de pagamento dos funcionários somente com essa receita e ainda sobra praticamente outra metade para pagar a folha", conclui Andréa.


Fonte: Contraf-CUT com Dieese

 

 

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Contraf-CUT volta a debater igualdade com Fenaban na próxima segunda (3)

II Censo da DiversidadeA Contraf/CUT, federações e sindicatos se reúnem na próxima segunda-feira, dia 3 de novembro, às 15h, com a Fenaban, em São Paulo, para retomar a mesa temática de Igualdade de Oportunidades. Essa será a primeira reunião depois do encerramento da Campanha Nacional dos Bancários 2014.

"Esperamos que a Fenaban apresente os dados completos do II Censo da Diversidade, realizado entre 17 de março e 9 de maio, a fim de que possamos conhecer e avaliar os resultados para discutir medidas para combater as discriminações", afirma a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Andrea Vasconcelos.

Durante as negociações da Campanha 2014, após muita pressão do Comando Nacional, a Fenaban apresentou dados preliminares, parciais e fragmentadas do II Censo. "Foi uma atitude que frustrou a expectativa da categoria, já que houve período suficiente para a compilação dos dados", destaca Andrea. "No entanto, o que foi divulgado sinaliza que a desigualdade de gênero ainda é gritante no sistema financeiro e precisa acabar", ressalta.

Do total de 458.922 trabalhadores dos 18 bancos que participaram do II Censo, responderam ao questionário 187.411 bancários, o que significa 41%, dos quais 51,7% de homens e 48,3% de mulheres.
Dos que responderam a pesquisa, 74,6% são brancos e 24,9% negros. Isso demonstra que houve aumento de bancários de cor negra nos bancos desde 2008, quando 19% da categoria assim se identificavam.

Conforme os poucos dados exibidos, as mulheres bancárias continuam sendo discriminadas nos bancos. Elas recebem 77,9% do salário médio dos homens, apenas 1,5 ponto percentual a mais em relação ao I Censo, promovido em 2008.

Uma das novidades do II Censo foi a inclusão de uma variável de orientação sexual para medir a participação da população LGBT na categoria bancária. Do total dos que responderam ao questionário, 85% se declararam heterossexual, 1,9% assumiram a homossexualidade, 0,6% disseram ser bissexual, 12,4% não responderam e 0,1% assinalaram outra opção.

Para Andrea, os bancos não podem mais postergar a liberação dos resultados. "Queremos um relatório completo, pois as informações do II Censo são fundamentais para que a gente possa analisar a realidade da categoria, corrigir as distorções existentes, construir e discutir com os bancos a implantação de uma política efetiva de igualdade de oportunidades e resultados".

Reunião da CGROS - Antes da mesa temática, a Contraf-CUT realiza na segunda-feira, às 10h, uma reunião da Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual (CGROS), na sede da Confederação, na capital paulista, para preparar os debates com a Fenaban.


Fonte: Contraf-CUT

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Greve histórica dos empregados da Caixa completou 29 anos nesta quinta

Paralisação garantiu jornada de seis horas e direito à sindicalizaçãoOs empregados da Caixa Econômica Federal têm tradição em deflagrar greves nacionais fortes, amplas e unificadas. Tudo começou há exatos 29 anos, em 30 de outubro de 1985, quando foi realizada uma paralisação histórica de 24 horas, inaugurando, em termos definitivos, o movimento organizado entre os trabalhadores da empresa.

A adesão foi de praticamente 100% nas agências e unidades em todo o país. Entre as conquistas estão a jornada de trabalho de seis horas e a condição de trabalhador bancário, com direito à sindicalização.

"Essa greve é um marco no calendário de luta dos empregados da Caixa. A Fenae estava lá. Antes de sua deflagração, os trabalhadores da empresa eram conhecidos como economiários, não seguiam a jornada de trabalho estabelecida para o restante da categoria bancária e tampouco podiam estar vinculados a sindicatos", lembra o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira.

"Mostramos nossa força ao longo dos anos, sobretudo em momentos de dificuldades, como aqueles em que a privatização estava sendo preparada", salienta Jair.

O movimento de 1985 foi deflagrado com base na mobilização dos auxiliares de escritório, cuja reivindicação principal era para que fossem enquadrados como escriturários na carreira técnico-administrativa. Ocorre que os dois profissionais exerciam as mesmas funções, embora o piso para o auxiliar de escritório correspondia à metade do salário de ingresso previsto no Plano de Cargos e Salários (PCS) da época.

"Isso mudou depois de outubro de 1985, quando houve a aprovação pelo Congresso Nacional do projeto de lei nº 4.111-4, do então deputado Léo Simões, que estabelecia a jornada de seis horas diárias para os empregados da Caixa", lembra Fabiana Matheus, diretora de Administração e Finanças da Fenae e também coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE-Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.

A lei foi sancionada pelo então presidente José Sarney, em 17 de dezembro daquele ano. No dia seguinte, o Diário Oficial da União trouxe ainda a garantia do direito à sindicalização a todos os empregados da Caixa, viabilizada com a alteração do parágrafo único do artigo 556 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

"A luta continua. O que começou com a greve histórica não pode parar, para conquistarmos os avanços necessários", conclui Jair.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

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Juros do cheque especial passam de 183% e são os maiores em 15 anos

Em setembro, os juros médios do cheque especial foram de 183,28% ao ano. É o maior valor em mais de 15 anos, desde abril de 1999, quando marcaram 193,7%. A taxa também representou um salto de 10,5 pontos percentuais em relação a agosto (172,8%) e de 40 pontos em comparação com setembro de 2013 (143,23%).

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Banco Central (BC). Essa porcentagem representa um valor médio em todo o país e pode mudar em cada banco e para cada cliente (seu banco pode cobrar mais ou menos de você).

Ontem, o Comitê de Política Monetária (Copom), do BC, subiu a taxa básica de juros (Selic) de 11% para 11,25% ao ano. A Selic é uma referência para o mercado, mas as taxas reais cobradas do consumidor final são muito mais altas, como se vê pelos números do cheque especial.

Considerando todas as modalidades de crédito (financiamento, cartões e o próprio cheque especial), o custo médio em setembro foi de 27,5% ao ano (redução de 0,4 ponto em relação a agosto e alta de 1,9 ponto em comparação com setembro de 2013)

O calote dos consumidores em operações como financiamentos e cartão de crédito (chamadas de crédito de recursos livres) ficou em 5% em setembro, igual a agosto.

Em setembro, o spread bancário foi de 20,9 pontos percentuais, redução em relação aos 21,2 pontos percentuais de agosto. Spread é a diferença entre o que o banco cobra quando um cliente toma emprestado algum dinheiro e o que paga quando o cliente investe no banco.

Os valores de juros cobrados são diferentes para pessoas e empresas. Nos empréstimos às empresas, o custo médio alcançou 15,8% ao ano em setembro (igual a agosto e com alta de 1,1 ponto em relação a setembro do ano passado).


Fonte: UOL

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