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Assembleia organizativa da greve é hoje (29) às 19h

A Fenaban apresentou uma nova proposta no último sábado (26), que o Comando Nacional dos Bancários já considerou insuficiente, elevando o índice de reajuste de 7% para 7,35% (0,94% de aumento real) para os salários e demais verbas salariais e de 7,5% para 8% (1,55% acima da inflação) para os pisos. Além disso, a proposta ignora completamente as reivindicações sobre emprego, condições de trabalho, principalmente metas abusivas e assédio moral, segurança e igualdade de oportunidades, agora é greve!

Hoje (29), às 19h, tem assembleia geral para organização da paralisação em todos os bancos no Estado. A assembleia será na sede do Sindicato em Belém - Rua 28 de setembro, 1210 - Reduto (entre Doca e Quintino), conforme edital abaixo:


EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ORGANIZAÇÃO DE GREVE


O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DO ESTADO DO PARÁ, por sua presidenta que abaixo assina, convoca todos os bancários, sócios e não sócios, de bancos públicos e privados, a participarem da assembleia de organização de greve, que ocorrerá nesta data, às 18h00m, em primeira convocação, e às 19h00m, em segunda convocação, na sede do sindicato.

Belém, Pará - 29 de setembro de 2014



ROSALINA DO SOCORRO FERREIRA AMORIM
PRESIDENTA DO SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS NO ESTADO DO PARÁ



Fonte: Bancários PA 

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BC autoriza lojistas a negociar vendas no cartão com mais de um banco

Lojistas poderão negociar o adiantamento das vendas a prazo feitas com cartão de crédito com vários bancos. Para isso, o Banco Central (BC) publicou na quinta-feira (25) a Circular nº 3.721, que determina que instituições financeiras e de pagamento deverão utilizar arquivos padronizados da agenda de recebíveis de cartão, que equivale a um cronograma dos recebimentos previstos pelo estabelecimento comercial baseado nas vendas com cartões de crédito.

Sem essa padronização, o lojista só consegue negociar o adiantamento com o banco que já tem relacionamento. Cada empresa de cartão de crédito tem, atualmente, sua própria padronização dos dados de vendas a prazo.

"Será possível a estes estabelecimentos comerciais realizar operações de antecipação desses pagamentos independentemente do credenciador e do banco que escolherem para manter relacionamento, ampliando suas opções de acesso a capital de giro", diz o BC, em nota.

"Como consequência, a medida promove maior competição no mercado de credenciamento, uma vez que ela reduz barreiras à entrada; e, da mesma forma, amplia a possibilidade de escolha de domicílios bancários - banco em que os estabelecimentos recebem a liquidação das operações com cartões de pagamento - pois reduz as vantagens competitivas decorrentes de vínculo entre banco e credenciador", acrescenta o BC.

A circular entrará em vigor em 2 de fevereiro de 2015. Segundo o BC, esse tempo é "adequado para que as instituições realizem ajustes operacionais para a implementação da solução tecnológica necessária".

Assim, quando um lojista tenta utilizar esses recebíveis como garantia para tomar empréstimos, ele acaba conseguindo negociar apenas com bancos parceiros dessas duas empresas. "A gente deu meios para que haja uma maior concorrência no mercado", disse o chefe do Departamento de Operações Bancárias do Banco Central, Daso Maranhão.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) comemorou a medida. "Nós acreditamos que será possível reduzir em até 30% o custo para antecipar um recebível", disse o presidente da entidade, Roque Pellizzaro Junior.

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (Abecs) disse que se manifestará "oportunamente" sobre a medida.

Já a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) preferiu não comentar o assunto.


Fonte: Agência Brasil e Correio Braziliense

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Juro do cheque especial aumenta e chega a 172,8% ao ano em agosto

O juro médio do cheque especial para pessoa física chegou a 172,8% ao ano em agosto, acima dos 172,4% registrados em julho, informou o Banco Central nesta sexta-feira (26). A taxa para o consumidor é a maior observada desde dezembro de 2008, quando estava em 174,9% ao ano. O cheque especial é a modalidade de empréstimo mais cara disponível no mercado.

Em dezembro de 2008, a taxa básica de juros, a Selic, estava em 13,75% ao ano. Hoje, está estacionada no patamar de 11% ao ano desde a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de abril, quando foi interrompido o ciclo de alta da Selic iniciado um ano antes.

Considerando todas as modalidades do crédito livre ao consumidor, a taxa média de juros se manteve no patamar de 43% ao ano. Em julho, estava em 43,2% ao ano, passando para 43,1% ao ano em agosto. A queda de 0,1 ponto porcentual foi a primeira redução do juro médio registrada neste ano.

Também no crédito livre, a inadimplência das famílias se manteve em 6,6% na comparação mensal, segundo o Banco Central.

O crédito livre abarca todos os empréstimos e financiamentos que não fazem parte das políticas de direcionamento do governo (como os recursos da poupança, que são direcionados ao crédito imobiliário). No crédito livre estão o cartão de crédito, o cheque especial, o crédito para compra de veículos, os empréstimos pessoais e outros.

No crédito pessoal, a taxa média caiu de 45,8% ao ano para 45,4% ao ano. Para veículos, os juros caíram de 19,5% ao ano para 18,7% ao ano.


Fonte: Estadão

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Fenaban sobe para 7,35%, Comando acha pouco e reforça a greve na terça

Na oitava rodada de negociação da Campanha 2014, realizada neste sábado (27) em São Paulo depois de as assembleias massivas em todo o país terem decretado greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira (30), a Fenaban apresentou uma nova proposta, que o Comando Nacional dos Bancários já considerou insuficiente, elevando o índice de reajuste de 7% para 7,35% (0,94% de aumento real) para os salários e demais verbas salariais e de 7,5% para 8% (1,55% acima da inflação) para os pisos. Além disso, a proposta ignora completamente as reivindicações sobre emprego, condições de trabalho, principalmente metas abusivas e assédio moral, segurança e igualdade de oportunidades.

"Essa proposta precisa melhorar frente aos lucros dos bancos. Ela continua sendo insuficiente, não somente na parte econômica, mas também porque não traz nada sobre garantia de emprego, combate às metas abusivas e ao assédio moral, segurança bancária e igualdade. Mais uma vez deixamos claro na mesa de negociação de que não faremos acordo sem que sejam contempladas soluções para as metas e o assédio", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

Diante disso, o Comando mantém o calendário aprovado anteriormente e a greve por tempo indeterminado a partir da terça-feira (30) aprovadas pelas assembleias do dia 19. "Nós bancários sabemos que nossa força é a unidade nacional e a nossa capacidade de mobilização. Agora é hora de estreitar essa unidade e intensificar a mobilização, de lotarmos as assembleias da segunda-feira e fazermos uma grande greve para pressionar os bancos a apresentarem uma nova proposta que contemple nossas reivindicações", acrescenta Cordeiro.

Assembleia organizativa - Nesta segunda (29), às 19 horas, tem assembleia geral para organização da paralisação em todos os bancos no Estado. A assembleia será na sede do Sindicato em Belém - Rua 28 de setembro, 1210 - Reduto (entre Doca e Quintino).

Atos em frente ao Banco Central no dia 2 - O Comando Nacional também orienta os sindicatos a reforçarem a realização das manifestações em frente à sede e às representações do Banco Central em todo o país na próxima quinta-feira, dia 2 de outubro, para protestar contra as propostas de independência do BC e para defender o fortalecimento do papel dos bancos públicos, dois temas que estão no centro do debate eleitoral e sobre os quais a categoria tem posição histórica definida em seus fóruns nacionais.

Com sede em Brasília, o Banco Central tem representações em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza e Belém.

A independência do BC e a limitação da atuação dos bancos públicos estão explicitados no programa de governo da candidata Marina Silva, coordenado pela herdeira do Itaú, Maria Alice Setúbal, e vêm sendo defendidos pelos principais assessores econômicos de Aécio Neves. São bandeiras dos bancos privados e da Fenaban, que se chocam frontalmente com as posições que os bancários têm defendido historicamente em suas conferências nacionais e nos congressos da Contraf-CUT.

"O Banco Central já desfruta hoje de autonomia excessiva e de aproximação promíscua com o mercado financeiro, a ponto de impor sucessivos aumentos da taxa Selic para satisfazer os bancos e os rentistas, mesmo contra a vontade do governo e da sociedade", critica Carlos Cordeiro. "A independência formal do BC significa entregar a condução da política macroeconômica do país ao mercado financeiro, roubando essa atribuição constitucional dos governos democraticamente eleitos pela população."

Para o Comando, é importante também intensificar a campanha contra a ideia de redução do papel dos bancos públicos e fazer essa discussão com a sociedade. "São abundantes os exemplos recentes da importância das instituições financeiras públicas para o desenvolvimento econômico e social do país", constata Carlos Cordeiro.

A nova proposta econômica dos bancos:

Reajuste de 7,35% (0,94% de aumento real)

Piso portaria após 90 dias - 1.240,89 (8% ou 1,55% de aumento real)

Piso escritório após 90 dias - R$ 1.779,97 (1,55% acima da inflação)

Piso caixa/tesouraria após 90 dias - R$ 2.403,60 (salário mais gratificação mais outras verbas de caixa), significando 1,55% de aumento real)

PLR regra básica - 90% do salário mais R$ 1.818,51, limitado a R$ 9.755,42. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 21.461,91

PLR parcela adicional - 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.637,02

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Antecipação da PLR - Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva e a segunda até 2 de março de 2015

Regra básica - 54% do salário mais fixo de R$ 1.091,11, limitado a R$ 5.853,25 e ao teto de 12,8% do lucro líquido - o que ocorrer primeiro

Parcela adicional - 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre de 2014, limitado a R$ 1.818,51
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Auxílio-refeição - R$ 24,88

Auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta - R$ 426,60

Auxílio-creche/babá (filhos até 71 meses) - R$ 355,02

Auxílio-creche/babá (filhos até 83 meses) - R$ 303,70

Gratificação de compensador de cheques - R$ 137,97

Requalificação profissional - R$ 1.214,00

Auxílio-funeral - R$ 814,57

Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto - R$ 121.468,95

Ajuda deslocamento noturno - R$ 85,03

Veja aqui as propostas dos bancos sobre as reivindicações não econômicas, apresentadas pela Fenaban durante as negociações

Calendário

Setembro
29 - Assembleia para organização da paralisação
30 - Greve nacional por tempo indeterminado

Outubro
2 - Manifestações em frente aos prédios do Banco Central, em defesa de um BC independente do mercado financeiro.



Fonte: Contraf-CUT

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Banpará vai seguir Fenaban nas cláusulas econômicas. Agora é greve!

Quarta rodada Banpará Campanha Nacional 2014Antes da assembleia que deliberou, por unanimidade, greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça (30) em todo o Pará, Sindicato dos Bancários, Contraf-CUT e Fetec-CUT/CN, além da direção do Banpará reuniram-se na manhã de quinta-feira (25), para a quarta  rodada de negociação específica.

Foram discutidos os artigos 87 ao 107 da minuta de reivindicações (clique aqui e leia o documento na íntegra), dentre os quais destacamos:
 
ARTIGO 91. CIPA´s e SIPAT - “É garantida a participação das entidades representativas da categoria nas comissões eleitorais das CIPA's e na organização dos cursos de CIPA, com pelo menos 30 minutos para exposição de cada entidade, bem como na SIPAT, tanto na organização como nos debates, garantindo também um espaço de atuação específico e independente para as entidades”. Para essa reivindicação, o Banpará concedeu tempo de 20 minutos que foi acatado pelas entidades sindicais;
 
ARTIGO 92. DISPONIBILIZAÇÃO DE REGULAMENTO DE PESSOAL - “O banco disponibilizará aos seus funcionários, bem como a todas as entidades de classe, os regulamentos e normativos que regem os contratos de trabalho com seus empregados, dez dias a contar da assinatura do acordo coletivo, incluindo as alterações que venham ocorrer nos referidos documentos, durante a vigência do acordo”. O banco informou que o Regulamento de Pessoal estará na intranet da empresa até dezembro desse ano.

PCS - Outra conquista garantida pelo Banpará é a promoção extra ao funcionalismo  que estava na empresa em 31 de dezembro de 1998 e permanece até hoje; como reparação histórica aos que contribuíram com 20% de seus salários para que o banco permanecesse no mercado.

Reajuste salarial - Mas o momento mais esperado pelas entidades e também pelo funcionalismo era em relação à proposta de índice de reajuste salarial. Assim como o Banco da Amazônia, o Banpará confirmou os 7,55% no piso 7% nas demais verbas,
 para correção de salários e benefícios, conforme proposta da Fenaban apresentada no dia 19 de setembro.
 
“Apesar de durante as quatro rodadas de negociação específica com o Banpará houve o compromisso de propostas diferenciadas e importantes para o funcionalismo, ainda consideramos insuficiente as melhorias apresentadas e por isso queremos mais junto com o funcionalismo que ontem, por unanimidade, aprovou a greve por tempo indeterminado. A partir da próxima terça cruzaremos os braços em busca de avanços nas negociações geral e específica”, afirma a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.
 
“A quarta rodada com o Banpará foi pra fechar as cláusulas sociais. O banco tem demonstrado boa vontade em discutir e conceder avanços satisfatórios para o seu funcionalismo. Isto é reflexo da mobilização realizada pelas entidades sindicais. Mas ainda precisamos avançar nas cláusulas econômicas, caso contrário a greve ficará ainda mais fortalecida a partir do dia 30”, destaca o secretário de relações de trabalho da Contraf-CUT, Adílson Barros.
 
Pontos extras - No ponto de extra pauta, o Banpará informou que atende à reivindicação das entidades sindicais de reduzir a taxa de empréstimo do consignado ao funcionalismo para 1,5% de 25 a 100 meses.

Outro ponto destacado, foi o do ponto eletrônico que está em fase de testes em algumas unidades e com o confisco de 15 minutos na jornada de 8 horas. "Sempre no Banpará o trabalhador que faz 8 horas de jornada, tem os 15 minutos garantidos e na mudança de controle da jornada de manual para eletrônico, esses 15 minutos sumiram. Pautamos o assunto como um direito pré-existente e integrado ao contrato de trabalho e o banco concordou  em manter esse direito, o que considero um bom avanço nesta quarta rodada. No conjunto, temos conquistas acordadas em mesa e registradas em ata, mas esse conjunto ainda não dá pra aceitarmos qualquer acordo. Vamos à greve para arrancar o que temos de direito", ressalta a diretora da Fetec-CUT/CN, Vera Paoloni.
 
Os trabalhadores foram mais uma vez representados pela presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim e das diretoras da entidade Érica Fabíola e Sara Mendes; pelo secretário de relações de trabalho da Contraf-CUT, Adilson Barros; pela diretora da Fetec-CUT/CN, Vera Paoloni e pela advogada do Sindicato, Mary Cohen.
 
Já pelo Banpará estiveram presentes o diretor Braselino da Silva, pelas superintendentes, Glicéria Melo e Oneide Paixão, pelo assessor Edvaldo Caribé e as advogadas, Eline Pereira e Luciana Cruz.


 
Fonte: Bancários PA

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