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Sindicato pára matriz do HSBC em Belém contra demissões

Sindicato-na-luta-em-defesa-do-emprego-no-HSBCA matriz do HSBC em Belém não abriu as portas nesta quarta-feira (23), Dia Nacional de Luta contra o processo de reestruturação em andamento no banco inglês. Só na Região Metropolitana de Belém, duas agências já foram fechadas, ambas no mesmo dia. Alguns bancários e bancárias das respectivas unidades foram remanejados, porém outros foram demitidos.

“A reestruturação nada mais é que demissões em massa; mas o banco utiliza esse termo para minimizar a onda de desligamentos. Não tem um mês sequer que uma mãe ou um pai de família não é demitido aqui no Brasil, justamente onde mais o banco lucra, graças à dedicação dos trabalhadores e trabalhadoras. Por isso estamos realizando esse protesto, em repúdio e em solidariedade”, afirmou a presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Rosalina Amorim.

Carta-aberta-aos-clientes-e-bancários-do-HSBCSomente nos três primeiros meses desse ano, 20 agências já foram fechadas em todo o país e 142 funcionários dispensados.

“Esses dados apontam que a situação ainda pode piorar, que mais bancários podem ser demitidos, piorando ainda mais as condições de trabalho para os que ficam, bem como o aumento da pressão e do assédio moral para o cumprimento de metas absurdas”, destacou o diretor de bancos privados, Saulo Araújo.

Durante a paralisação, uma comissão de diretores do Sindicato conversou com o atual superintendente do banco no Pará, Álvaro Bastos Junior, que garantiu que na capital não houve fechamento de agências e sim mudança de endereço.

“O fato é que hoje temos menos duas agências do HSBC em Belém, a da BR 316 e a de Icoaraci, há sim bancárias e bancários demitidos, e não há data prevista e tão pouco novos endereços para a reabertura das agências fechadas. Acreditamos que o que vem por aí, na verdade, não são novas agências ou reinaugurações”, avaliou o diretor de formação do Sindicato, Sandro Mattos.

Enquanto isso, do lado de fora, outros dirigentes sindicais orientavam clientes e usuários sobre os motivos da paralisação, com distribuição de uma carta aberta à população que também era direcionada às unidades mais próximas.


Fonte: Bancários PA

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Avança organização do plebiscito popular pela reforma do sistema político

Está com o saco cheio da política? É possível mudar isso. Desde já, os movimentos populares estão convocando as pessoas para participar de um plebiscito - abaixo-assinado, no bom português - para aprovar a convocação de uma assembleia constituinte exclusiva para mudar o sistema político.

Essa assembleia vai realizar a reforma política. Um dos principais pontos dessa reforma será a proibição de que banqueiros e empresários deem dinheiro para a eleição de presidentes, senadores, deputados, prefeitos, vereadores.

Só essa mudança já faria uma grande diferença. Mas não basta. O sistema político precisa de mais. É preciso maior participação popular, transparência, controle do povo sobre o poder político, melhor uso do dinheiro público, entre outras coisas.

Para discutir o que precisa ser transformado, os movimentos populares estão chamando um plebiscito que vai acontecer entre os dias 1º e 7 de setembro, a Semana da Pátria.

A pergunta que será feita às pessoas será: "Você é favorável a uma Assembleia Constituinte e Soberana do Sistema Político?". Se a maior parte das pessoas disser sim, abre-se o processo. Os organizadores estimam que de 10 milhões a 15 milhões vão participar. Haverá postos de votação em várias cidades.

Com essas assinaturas, a reivindicação chegará ao Congresso. E não serão deputados e senadores comuns que vão compor a Assembleia - por isso é chamada de exclusiva. O povo vai escolher parlamentares que terão a responsabilidade única de elaborar a reforma.

Assim que aprovada, a Assembleia vai debater as mudanças, com o povo acompanhando e pressionando.

A CUT é uma das entidades envolvidas na tarefa. Na sede da Central está funcionando a Secretaria Nacional Operativa do Plebiscito. Por todo o Brasil, já existem 300 comitês dedicados a essa bandeira, realizando cursos para formação de lideranças e divulgando a ideia.

Haverá uma plenária nacional nos dias 16 e 17 de maio, na Praça da República, capital paulista. Já existem mais de 160 entidades dos movimentos sociais envolvidas.

"Nosso maior desafio é envolver as bases. Os sindicatos terão uma importância grande nesse trabalho que pode mudar o Brasil", diz Lucas Pelissari, do Levante Popular da Juventude e um dos coordenadores da Secretaria Nacional Operativa. Para entrar em contato, use Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou facebook/plebiscitoconstituinte.

> Clique aqui para conhecer a cartilha preparada pelo movimentos sociais.


Leia também: Sindicato dos Bancários fortalece a luta pelo Plebiscito Constituinte


Fonte: CUT e Bancários PA

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Caixa define regras para portabilidade de crédito com recursos do FGTS

A edição desta terça-feira (22) do Diário Oficial da União traz publicada a Circular 650 que determina critérios e procedimentos operacionais para a portabilidade de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A circular é da Caixa Econômica Federal, agente operador do fundo. A portabilidade permite ao cliente bancário pedir a transferência de operações de crédito de um banco para outro que ofereça taxa de juros mais baixa.

A circular lista os procedimentos operacionais, após o Conselho Curador do FGTS ter aprovado, em março, a portabilidade. No ano passado, a Lei 12.810/13 e a Resolução 4.292/13 do Conselho Monetário Nacional definiram novas regras sobre portabilidade de crédito, mas era necessária a aprovação do Conselho Curador do FGTS para o caso específico dos financiamentos em que os bancos usam o fundo como fonte de recursos para oferecer os empréstimos.

De acordo com a circular, os bancos podem reduzir o ganho com os juros e a taxa de administração cobrados dos clientes para incentivar a portabilidade. O valor e o prazo da operação não podem ser superiores ao saldo devedor e ao prazo remanescente da operação de crédito. Outra regra é que o sistema de amortização da operação do crédito objeto da portabilidade não pode ser alterado.

Se houver divergência entre as informações enviadas pelos bancos, a Caixa poderá rejeitar a transferência da dívida ou solicitar a complementação de informações. De acordo com a circular, os motivos que podem implicar a negativa da transferência da dívida são o não recebimento de informações dos bancos envolvidos e fornecimento de dados cadastrais e financeiros inconsistentes.

A circular reforça que o custo operacional acordado entre as instituições financeiras para fazer a portabilidade não poderá ser cobrado ou repassado ao devedor.

As novas regras de portabilidade entram em vigor no próximo dia 5.


Fonte: Agência Brasil

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Senadores comemoram aprovação do Marco Civil da Internet por unanimidade

Mesmo com divergências durante o processo de votação, senadores da oposição e do governo comemoraram a aprovação nesta terça-feira (22) do Projeto de Lei do Marco Civil da Internet. A matéria, que gerou muita polêmica e precisou de meses para ser votada na Câmara, foi aprovada em votação simbólica no plenário do Senado, por unanimidade.

Ao final da votação, a principal observação entre os senadores era que o novo marco regulatório dará mais segurança a empresas e cidadãos brasileiros no que se refere às suas atividades na rede mundial de computadores. "Estamos falando de problemas diários, que a gente coloca o Brasil numa condição de dar solução. São pessoas que são expostas, são pessoas que muitas vezes são invadidas na sua privacidade, são empresas que são fraudadas, são dados que são colocados a todo custo. E o projeto, se não é perfeito como muitos disseram, coloca o Brasil no que há de moderno neste instante na legislação, inclusive cuidando da legislação internacional, cuidando da relação com outros países", declarou o senador Wellington Dias (PT-PI).

O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) foi relator ad hoc da matéria no plenário (escolhido para ler o relatório de parlamentar que não estava presente). Para ele, o fato de o texto ter sido construído em diálogo com todos os setores da sociedade, interessados, traz grande mérito para o projeto. "O resultado foi um texto maduro, equilibrado e inteligente, que balanceia os direitos e obrigações dos usuários", disse.

Classificando a aprovação do novo marco regulatório como um avanço na democracia brasileira, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) lembrou que o assunto não está encerrado. Ele citou diversos projetos que tramitam no Congresso, destinados a regulamentar a utilização de meios eletrônicos para diversos fins e que precisam ser aprovados.

"Acho que temos um avanço. Temos outros instrumentos importantes para avançar, como a regulamentação do comércio eletrônico, que está tramitando no plenário do Senado. Precisamos aprovar a proposta de emenda à Constituição, já aprovada no Senado Federal, que reduz o número de assinaturas para os projetos de iniciativa popular e permite que as assinaturas possam ser feitas digitalmente, porque são todos instrumentos que contribuem para aprofundar a democracia", enfatizou.

Mesmo criticando o que chamou de "rolo compressor" do governo para votar a matéria hoje, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) também elogiou a aprovação do projeto. Ele reclamou a falta de mais tempo para os senadores discutirem o assunto e terem espaço para melhorar ainda mais o texto, mas disse que o projeto é uma "vitória para toda a sociedade" e não deve ser partidarizado. "O novo marco regulatório é, sem dúvida, um avanço, porque mantém a neutralidade da rede, que é uma vitória de toda a sociedade", disse no fim da votação.

O também oposicionista Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) votou a favor da matéria, inclusive no momento em que os líderes do governo manobraram para permitir que ela fosse votada ainda hoje. Embora outros partidos de oposição, como Democratas e PSDB, tenham se posicionado contrários à votação do projeto agora, Randolfe votou a favor.

"Para que o Brasil tenha a sua constituição da internet atendendo aos princípios de neutralidade da rede, da liberdade de expressão e da privacidade, o PSOL encaminha o voto 'sim'. Em especial para não atender às pressões das "teles', e pela mobilização da sociedade civil organizada, o voto do PSOL é 'sim' ao requerimento pela inversão de pauta", ressaltou.

Com a aprovação do projeto sem alterações, em relação ao texto enviado pela Câmara dos Deputados, a matéria seguirá direto para sanção da presidenta Dilma Rousseff.


Fonte: Agência Brasil

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Chapa 1, apoiada pela Contraf-CUT, vence eleição na Cassi com 31.545 votos

Chapa 1-Todos pela CassiA Chapa 1 Todos pela Cassi, apoiada pela Contraf-CUT e pela grande maioria do movimento sindical bancário, venceu a eleição para a renovação de parte da diretoria executiva e dos conselhos deliberativo e fiscal da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.

Encabeçada por William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e diretor da Contraf-CUT, a Chapa 1 obteve 31.545 votos (37,58%), contra 25.746 (30,67%) da Chapa 3, 14.041 (16,72%) da Chapa 4 e 12.603 (15,01%) da Chapa 2.

"A Chapa 1 Todos pela Cassi agradece a confiança dos associados e anuncia que a partir desse momento não tem mais chapa de oposição. Esperamos realizar agora um trabalho conjunto de todos pela Cassi. Nosso mandato será das entidades do funcionalismo e do conjunto dos associados, da ativa e aposentados", diz William Mendes.

A eleição começou no dia 9 de abril e terminou nesta terça-feira 22. A posse dos dirigentes eleitos será no dia 2 de junho.

A Cassi atende 800 mil vidas em seus dois planos de saúde: o Plano de Associados, para os funcionários da ativa e aposentados e seus dependentes, e o Cassi Família, voltado para familiares até o terceiro grau de parentesco.

A direção da Caixa de Assistência é compartilhada. O BB indica o presidente, o diretor de administração e finanças, quatro dos oito conselheiros deliberativos e três dos seis conselheiros fiscais. Os associados elegem o diretor de Saúde e Rede de Atendimento, o diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e a metade dos conselhos deliberativo e fiscal.

Os candidatos eleitos são os seguintes:

Diretor de Saúde e Rede de Atendimento - William Mendes de Oliveira

Conselho Deliberativo - Fabiano Felix do Nascimento e Loreni de Senger (titulares); Elisa de Figueiredo Ferreira e Nilton Cifuentes Romão (Ramon), suplentes.

Conselho Fiscal - Regina Fátima de Souza Cruz (titular) e Daniel Liberato (suplente).


Fonte: Contraf-CUT

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