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PARABÉNS À LUTA! PARABÉNS AOS GREVISTAS DO BANCO DA AMAZÔNIA!

PARABÉNS À LUTA! PARABÉNS AOS GREVISTAS!
#ForaValmirRossi

Bancários querem fortalecimento do Banco da Amazônia com valorização de seus empregados




Com o tom da prepotência, sarcasmo, arrogância e cinismo, o presidente do Banco da Amazônia, Valmir Rossi, enviou horas após a decisão pelo fim da greve um e-mail aos trabalhadores, parabenizando os não-grevistas, na velha prática da intimidação, da coerção e tentando jogar um trabalhador contra o outro. O mesmo tom com que tem conduzido a instituição e que marcou esta Campanha Salarial.

Durante todo o período grevista no Banco da Amazônia, a diretoria do banco não respeitou, de fato, o processo de negociação com as entidades representativas dos empregados. Tanto é assim que a greve no banco, mais uma vez, terminou arbitrada pelo TST, única e exclusivamente pela intransigência da direção do Banco da Amazônia que preferiu correr para o judiciário, ao invés de esgotar o processo na mesa de negociação, como aconteceu em absoluta maioria no restante do país.

A falta de diálogo e de sensibilidade administrativa também estiveram presentes nesta Campanha, pois em nenhum momento o banco apresentou proposta para atender a minuta específica de seus empregados, nem mesmo àquelas que não provocavam impacto financeiro ao banco e não dependem de autorização de qualquer outra instância, sendo únicas e exclusivamente deliberações da administração do banco.

Pelo contrário, o Banco da Amazônia quis por diversas vezes impor ao Acordo Coletivo três propostas que retiravam direitos dos trabalhadores, como a integralização da remuneração, mudança na forma de pagamento do transporte noturno e condicionantes à liberação de dirigente da Aeba.

A incompetência negocial do banco é o resultado da intransigência de uma diretoria que já nasceu fadada ao fracasso, pois copia todas as maldades do modelo do Banco do Brasil, esquecendo-se que o Banco da Amazônia tem um papel regional que vai muito além da carteira comercial, de planilhas e de números.

Ressaltamos ainda o comportamento indecoroso do presidente do banco com o movimento forte e legítimo da nossa categoria. Em Brasília, ele pessoalmente, protagonizou uma cena patética, quando rasgou uma faixa do movimento grevista, na vã tentativa de intimidar os trabalhadores.

Em Belém, as práticas antissindicais do presidente Valmir Rossi se intensificaram com o decorrer da greve, ao ponto dele chegar ao cúmulo de instalar uma parafernália de microfones e câmeras, na matriz do banco, para monitorar os grevistas; tudo pago pelo banco. Além disso, instaurou liminar de interdito proibitório que foi derrubada juridicamente pelo movimento dos trabalhadores; ameaçou descontar os dias parados dos salários dos grevistas; e por fim, instaurou o dissídio coletivo para resolver a greve sob o martelo do TST. Provas cabais da indisposição da direção do banco para o diálogo democrático com seus empregados e suas entidades representativas.

O respectivo presidente também chamou as entidades sindicais de mentirosas, e mais uma vez quis empurrar ‘goela abaixo’ a (in)verdade da diretoria do banco que não desce do seu púlpito, que não abre mão das suas regalias, e que quer jogar para os empregados e entidades a responsabilidade pela atual situação do banco.

Não bastasse tudo isso, vale também destacar que na gestão de Valmir Rossi foi implantada a famigerada lateralidade, da qual recorremos na justiça. Foi nessa atual gestão que um plano de demissões voluntárias foi apresentado aos empregados do quadro de apoio às vésperas do início da Campanha Nacional da categoria. Foi também nessa gestão que as transferências compulsórias foram impostas através do BS60. Ou seja, essa tem sido a gestão da perseguição implacável contra os empregados do Banco da Amazônia.

Repudiamos todo esse conjunto de arbitrariedades e reafirmamos mais uma vez aos trabalhadores que intensificaremos a luta pra garantir condições decentes de trabalho e direitos aos empregados, bem como a substituição imediata da diretoria do Banco da Amazônia, para que este banco tão indispensável à Amazônia e ao Brasil seja dirigido por gestores que tenham sensibilidade administrativa, humanista e amazônida, e não tenham essa condução neoliberal que coloca coisas na frente de pessoas. Exigiremos de todos os canais da política que o Banco da Amazônia seja dirigido por gestores que compreendam realmente a necessidade de fortalecimento do banco e de sua missão institucional de fomento ao desenvolvimento econômico, social, ambiental, científico e cultural da Amazônia, com o devido respeito e valorização dos empregados do banco, que são o maior patrimônio desta instituição financeira.

Finalmente, queremos parabenizar mais uma vez os grevistas e a companheirada do Banco da Amazônia que lutou não somente nesta greve, mas que batalha diariamente em busca de direitos e melhores condições de trabalho.

Por esses e outros motivos que continuaremos bradando "FORA VALMIR E SUA DIRETORIA”, porque a nós não faltou e não faltará garra e disposição para termos um amanhã melhor.

À luta, bravos trabalhadores e trabalhadoras! E mais uma vez, parabéns pela imensa resistência.


Sindicato dos Bancários do Pará
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)
Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (FETEC-CUT/CN) 

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Nota sobre compensação dos dias parados da greve no BB

Greve no Banco do Brasil


Quanto à compensação dos dias da greve no Banco do Brasil, informamos que a compensação está limitada a 1 hora diária, de segunda à sexta-feira, exceto feriados, conforme caput do art. 57 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT 2014/2015) e parágrafo terceiro do mesmo artigo, sendo os prazos até 31 de outubro para os bancários que cumprem jornada de 6 horas e até o dia 7 de novembro para os que realizam jornada de 8 horas.

Chamamos a atenção para a redação do documento, o qual limita (teto) a compensação a 1 hora por dia, logo, o cumprimento parcial é possível, visto que sob nenhuma hipótese haverá desconto nos salários dos grevistas, incluindo ainda o fato da CCT não obrigar a realização de jornada de uma hora diária para compensação.

Nos últimos dois anos, foi possível avançar na compensação de duas horas diárias até 15 de dezembro, para uma compensação de uma hora até 31 de outubro ou 07 de novembro, dependendo da jornada do bancário.

Alertamos, desde já, da importância dos funcionários e das funcionárias se envolverem nos processos de construção da Campanha Salarial 2015, o que inclui a participação ativa em diversas atividades durante todo o ano como assembleias, Encontro Estadual e Nacional do BB e Conferência Nacional, eventos esses que constroem nossa pauta de reivindicação, além da própria greve, que tem sido realizada nos últimos doze anos, processos esses que obtiveram diversas conquistas para o funcionalismo.

Aos gestores e administradores, solicitamos bom senso na interpretação da Convenção assinada, especialmente quanto às cláusulas da compensação discutidas nesta nota, lembrando que as conquistas que todos obtiveram, somente foram possíveis devido o envolvimento dos funcionários e funcionárias no processo que, após a greve, conquistaram aumento real, no piso e no tíquete refeição, e diversas outras já bastante difundidas pelo Sindicato. Todas conquistas oriundas dos trabalhadores e das trabalhadoras que construíram uma campanha salarial vitoriosa.

Estimulamos o diálogo entre os trabalhadores nas dependências do banco como forma da organização por local de trabalho. O Sindicato se coloca à disposição de todas e todos para colaborar na solução de conflitos que porventura posam ocorrer no ambiente de trabalho. Basta informa para nós o problema, por meio dos canais de comunicação disponibilizados em nosso site, para que possamos tomar as medidas cabíveis em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras.

Sindicato dos Bancários do Pará

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Greve acaba, mas a luta continua no Banco da Amazônia

Greve-acaba-mas-a-luta-continua-no-Banco-da-AmazôniaApós 21 dias de greve, a categoria bancária do Banco da Amazônia reunida em assembleia na tarde dessa segunda-feira, 20 de outubro, na sede do Sindicato dos Bancários do Pará, aprovou por maioria a proposta mediada na audiência de conciliação realizada no Tribunal Superior do Trabalho (TST) na última sexta-feira (17).

Pela proposta, os empregados terão o mesmo reajuste acordado pelos bancos federais com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), ou seja, 8,5% de reajuste geral e 9% no piso com repercussão na tabela do PCS.

A proposta não inclui os 3 pontos que o banco tentava impor em alteração ao ACT anterior, referentes à integralização da remuneração, mudança na forma de pagamento do transporte noturno e condicionantes à liberação de dirigente da AEBA.

Com relação aos dias parados na greve, a propostas inclui a compensação pelos empregados de 75% dos dias parados, no prazo máximo de 120 dias, no limite de uma hora diária.

A proposta também contempla a antecipação de R$ 800,00 a título de PLR, sem condicionar a devolução caso o banco não atinja as metas estabelecidas.

Com a aceitação da proposta, o retorno ao trabalho será imediato a partir da 00:00 hora dessa terça-feira (21).

“A proposta aprovada representou o limite do nosso movimento de greve no Banco da Amazônia. O acordo arbitrado pelo TST não contempla os interesses e anseios da categoria, até porque o banco não apresentou nenhuma proposta para a pauta específica dos seus empregados. Por outro lado, os trabalhadores e trabalhadoras do banco estão de parabéns pela luta, organização e unidade no movimento, o que nos dá motivação para seguir acumulando forças entre nós e seguir na luta por melhores condições de vida e de salário no Banco da Amazônia, enfrentando a intransigência da direção”, afirma a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.

“Infelizmente o Banco da Amazônia não quis dialogar seriamente durante toda a Campanha Nacional da nossa categoria. Mais uma vez terminamos uma greve no TST, única e exclusivamente pela inabilidade do banco em negociar. Essa atual direção do banco fez de tudo para enfraquecer o nosso movimento, seja com liminar de interdito proibitório, ou com ameaça de descontar o salário dos grevistas, com o monitoramento das nossas ações de greve, e com o dissídio coletivo. Nossa greve acaba, mas a nossa luta por dias mais democráticos e de valorização real dos trabalhadores do Banco da Amazônia continua sendo prioridade para nós”, destaca o vice-presidente da Fetec-CUT Centro Norte e empregado do Banco da Amazônia, Sérgio Trindade.

“Nesse momento, devido a total intransigência do Banco da Amazônia, o mais importante é preservarmos o nível de unidade entre as entidades representativas dos empregados do banco e entre todos os seguimentos da categoria, para não desperdiçar essa energia positiva, que com certeza garantirão mais conquistas a frente, porque a luta com certeza continuará”, pontua o secretário de organização da Contraf-CUT, Miguel Pereira.


Fonte: Bancários PA

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Sindicato discute a FOPAG Belém com superintendente da Caixa

Sindicato reuniu com superintendente da Caixa para discutir a FOPAGO Sindicato dos Bancários do Pará reuniu na tarde do dia 16/10 com o superintendente regional norte da Caixa Econômica Federal, Evandro Narciso de Lima, para tratar sobre o ofício enviado pela entidade sindical ao banco cobrando providências para a sobrecarga de trabalho nas unidades da capital paraense após o convênio firmado com a Prefeitura Municipal de Belém, para pagamento da folha salarial dos servidores municipais.

Os dirigentes sindicais alertaram ao Superintendente quanto a situação de extrema pressão e apreensão que empregados da Caixa estão passando por conta desse convênio e reivindicaram que a SR Pará solicite apoio para outras superintendências da região por meio de destacamento de empregados para reforçarem a estrutura de atendimento.

Em resposta à reivindicação de mais contratações, o superintendente alegou que foram realizadas 72 contratações e que estão previstas mais 36 contratações até o final de novembro, totalizando 108 contratações exclusivas para atender ao convênio com a PMB. 

 

Na ocasião o superintendente informou que o pagamento da folha de outubro ainda será feito pelo Itaú, o que dá um fôlego de quase 30 dias para a Caixa se planejar para atender esse público, que comporta um total de 26.882 servidores, sendo que 1.385 deles já eram correntistas da Caixa, e do restante, apenas cerca de 5 mil trabalhadores já receberam cartão do banco.

O Superintendente da Caixa também informou que três agências serão abertas em função da FOPAG, inicialmente funcionando como Unidade Transitória de Atendimento: Doca (já inaugurada), Bosque e Sacramenta, ambas com previsão para inauguração em 12/12/2014.

Além disso, o banco também garante que serão abertos três novos Postos de Atendimento: SEFIN, em 24/10 com 3 empregados; IPAMB, em 10/12 com 4 empregados; e Mosqueiros, em 12/12 com 5 empregados. A Caixa pretende ainda inaugurar uma Unidade Móvel de Atendimento para Belém no próximo dia 23/10.

O superintendente reconheceu que ocorreram falhas no planejamento e execução das ações relacionadas ao convênio, informou os ajustes que foram realizados no processo e se comprometeu a iniciar imediatamente o processo de negociação para garantir o apoio das outras SR's.


Superintendente apresentou as medidas que a Caixa pretende adotar para solucionar o problema da FOPAGOutras providências – A Superintendência da Caixa também pretende instalar 33 caixas eletrônicos em órgãos municipais e inaugura 15 novas lotéricas, além de mais 3 salas de auto atendimento, sendo que a única definida até o momento será no IT Center.

Sábados - O superintendente afirmou que não haverá mais trabalho aos sábados, exceto o que já estava mobilizado para o 18/10. Porém, o público que será atendido nessa data será restrito às secretarias de educação, saúde e aposentados/pensionistas, sendo que o atendimento ocorrerá de 8 da manhã até o meio dia, para que todos trabalhem dentro da jornada de 6 horas.

O Sindicato esclarece que abertura de agências bancárias eventualmente aos sábados é legal, desde que seja feito o pagamento das horas extras, que seja dada uma folga extra aos empregados, e que seja para atender uma necessidade pontual, ou seja, não se torne rotineiro.

Por fim, o banco se comprometeu em publicar um informativo aos empregados da Caixa informando sobre todas as ações e a estrutura prevista pare atender ao convênio com a PMB.

“A reunião com a superintendência da Caixa foi positiva, pois conseguimos repassar informações sobre a pressão que os empregados estão sofrendo e a preocupação de todos com o período do primeiro pagamento dos servidores da Prefeitura de Belém, assim como pudemos apresentar alternativas para amenizar o impacto dessa situação”, afirma o diretor do Sindicato e empregado da Caixa, Heider Alberto.

“Nossa preocupação enquanto sindicato é com a garantia das condições de trabalho dos empregados e empregadas da Caixa. Estaremos vigilantes para que as medidas informadas pelo banco sejam de fato implementadas, para o bem da garantia dos direitos dos bancários e dos clientes e usuários do banco”, conclui a diretora do Sindicato e empregada da Caixa, Tatiana Oliveira.


Fonte: Bancários PA

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Proposta da Fenacrefi mantém aumento real

A proposta apresentada pela Federação das Financeiras (Fenacrefi) ao Comando Nacional dos Financiários prevê reajuste salarial de 8,22%, composto de 6,08% de reposição da inflação e 2,02% de aumento real, e de 8,73% nos pisos, que corresponde a 2,50% de aumento real. Prevê ainda reajustes de 11,89% no vale-refeição (5,5% acima da inflação), que passa de R$ 23,96 por dia para R$ R$ 26,81, e de 8,22% no vale-alimentação, que sai de R$ 377,94 ao mês para R$ 409,01, mesmo valor da 13ª cesta-alimentação. A rodada de negociação foi realizada na terça-feira (14).

Além disso, houve avanço na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), que contempla pela primeira vez um valor adicional. Assim, caso a proposta seja aprovada, a PLR será composta de 90% do salário base mais verbas fixas de natureza salarial, acrescida do valor fixo de R$ 2.112,45, com teto de R$ 10.082,43, e o adicional: 20% sobre o valor fixo, o que corresponde a R$ 422,49.

“Mantivemos o aumento real pelo 11º ano consecutivo e pela primeira vez conquistamos o valor adicional na PLR. Foi uma campanha vitoriosa e indicamos a aprovação da proposta pelos financiários, em assembleia”, afirma o dirigente sindical Jair Alves, integrante do Comando.

Mesas – Os trabalhadores também arrancaram das financeiras o compromisso de instituir mesas paritárias, uma para discutir saúde e outra sobre PLR. “Foi outra conquista deste ano. Para nós não basta avançar em cláusulas econômicas, é preciso também fazer o debate sobre saúde e condições de trabalho”, destaca a diretora executiva do Sindicato, Marta Soares, que também compõe o Comando dos Financiários. Pela proposta, as mesas devem começar em 2015.

Dados – A Fenacrefi também apresentou uma pauta contendo propostas de reajuste salarial diferencial, mudança na cláusula de empregados em vias de aposentadoria e adicional de horas extras. O movimento sindical solicitou dados para se posicionar sobre esses assuntos. “Vamos enviar carta à Fenacrefi oficializando a cobrança. Precisamos de dados concretos, como número de financiários, para ter uma posição diante dessas propostas. Isso deverá ser discutido em mesas de negociação futuras”, informa Jair Alves.

Fonte: Seeb SP

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